Lisboa |
Presépio na Cidade
“Cristãos não podem viver indiferentes perante os crescentes atentados à vida”
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Durante a ‘Bênção das grávidas’, uma celebração organizada pelo ‘Presépio na Cidade’, o Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes pediu aos cristãos para promoverem a defesa da vida.


“Os cristãos, para quem a vida, dádiva de Deus, é sagrada, não podem viver distraídos ou indiferentes perante os crescentes atentados à vida, que se apresentam uns de forma mais declarada outros de forma mais subtil”, sublinhou D. Joaquim Mendes, durante a celebração de ‘Bênção das grávidas’, que decorreu na Basílica Nossa Senhora dos Mártires, em Lisboa, no passado Domingo, dia 18 de Dezembro.

Na sua homilia, o Bispo Auxiliar de Lisboa garantiu que “a vida é um dom precioso que nos é confiada para a guardarmos com sentido de responsabilidade e a levarmos à perfeição do amor pelo dom de nós mesmos a Deus e aos irmãos”. D. Joaquim apontou, depois, Maria como “modelo incomparável de acolhimento e de cuidado da vida”: “Com ela damos graças a Deus por todos aqueles e aquelas que acolhem a vida, cuidam da vida, defendem a vida desde o nascimento até à morte”.

Citando a encíclica ‘Evangelium vitae’ (1995), de João Paulo II, o Bispo Auxiliar de Lisboa lamentou “a «cultura da morte»” como “sombra ameaçadora”: “Numa época em que se proclamam solenemente os direitos invioláveis da pessoa e se afirma publicamente o valor da vida, o próprio direito à vida é espezinhado, particularmente nos momentos mais significativos da sua existência, como são o nascer e o morrer” (EV 18).

D. Joaquim saudou ainda “a iniciativa o «Presépio na Cidade», promovida por um grupo de cristãos, com o objectivo de repor o verdadeiro sentido no Natal, dar a conhecer o «Menino Jesus» e transmitir o sentido cristão do Natal, um acontecimento que mudou a história do mundo e que se vai paganizando”.

Antes da ‘Bênção das grávidas’, o ‘Presépio na Cidade’ organizou a ‘Via da Alegria’ pelas ruas da Baixa de Lisboa. Partindo da Praça do Comércio, a ‘Via da Alegria’ pretendeu, segundo os organizadores, “simbolizar o caminho que a Sagrada Família fez até Belém, onde Maria deu à Luz, Jesus, o Salvador do Mundo”.

texto por Diogo Paiva Brandão; fotos por Nuno Rosário Fernandes
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