Lisboa |
Dia do Consagrado celebrado em Lisboa
Consagrados são desafiados à confiança
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O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, assinalou a importância da vida consagrada na Igreja caracterizando-a como uma “uma surpresa e ao mesmo tempo uma força”.

 

Na Sé Patriarcal, mais de uma centena de religiosos e religiosas estiveram junto do Patriarca de Lisboa para celebrar a festa litúrgica da Apresentação do Senhor, uma celebração que decorreu a 2 de Fevereiro, dia que em que a Igreja assinala o Dia do Consagrado. Socorrendo-se dos textos litúrgicos do dia, D. José Policarpo lembrou que o dom total da vida “expresso na virgindade consagrada é uma surpresa porque era perfeitamente inconcebível na maneira dos israelitas perceberem a vida. Rapidamente aqueles e aquelas que no acto do seu baptismo e depois na sua vivência levaram até às últimas consequências na totalidade do seu ser e na totalidade da sua liberdade esta pertença ao Senhor, passaram a ter uma influência decisiva na Igreja”.

 

Espiritualidade e fidelidade

Na noite anterior à celebração da Missa do Consagrado, o Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes, que acompanha os religiosos e religiosas na diocese, desafiava na vigília de oração a que presidiu, à espiritualidade e fidelidade. “Os grandes desafios que os tempos e as circunstâncias colocam à Vida Consagrada é o da espiritualidade e da fidelidade. É o desafio de viver com alegria a beleza da vocação e da consagração a Deus”, sublinhava.

Considerando que a Vida Consagrada “está a passar momentos duros e difíceis”, D. Joaquim Mendes, salesiano, aponta como causas o “envelhecimento dos seus membros”, o “‘inverno vocacional’”, “a secularização interna” e o “enfraquecimento do fervor primeiro em alguns dos seus membros”. Segundo o Bispo Auxiliar, o momento presente e os seus desafios convidam “a entrar por caminhos de um espírito mais evangélico, mais eclesial, mais apostólico” para estar à altura da missão que “o Senhor, a Igreja e o mundo” esperam.

Olhando para o panorama de ausência de vocações e para as dificuldades que a Vida Consagrada atravessa, D. Joaquim Mendes sublinha que, essas, “embora preocupantes não nos devem levar a profecias de calamidades”, mas, antes, conduzir “à conversão e à purificação sinceras, à correcção de equívocos e a uma vivência autêntica da vocação, consagrada à missão”. Para além disso, salienta, “a primeira resposta à crise de vocações deve ser um acto de confiança no Espírito Santo”.

texto e fotos por Nuno Rosário Fernandes
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