Lisboa |
Comité Católico Internacional para os Ciganos reuniu em Fátima
Destacado o papel da Igreja no trabalho com os ciganos
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A Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural em Portugal destacou o papel da Igreja no “processo de socialização” e na criação de novos caminhos para as comunidades ciganas.

 

Em mensagem enviada ao encontro do Comité Católico Internacional para os Ciganos, reunido em Fátima, Rosário Farmhouse pediu reflexão sobre o povo cigano. “Numa altura em que o mundo está a ser abalado por conflitos, desigualdades gritantes e incompreensões, este será um momento apaziguador e de reflexão profunda sobre os que nos rodeiam e que merecem a nossa solidariedade e respeito”, refere o documento. A responsável manifestou o seu “apreço por esta iniciativa que promove não só a união espiritual, como congrega homens e mulheres vindos de vários locais e com diversas origens, movidos por um objectivo comum”. Neste sentido, a alta comissária apelou por fim à esperança: “A realização deste encontro em Fátima, solo sagrado, e a mobilização de todos numa oração universal, na Capelinha das Aparições, trará seguramente consigo o renovar da esperança num futuro mais promissor para todos e reforçará a capacidade de compaixão que nos aproxima dos que mais precisam de nós”

Durante este encontro do Comité Católico Internacional para os Ciganos, que teve o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian, a Igreja Católica portuguesa afirmou a sua vontade de trabalhar para que sejam superadas as “discriminações e intolerâncias contra a comunidade cigana”, garantiu o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana. “Importa que sejamos capazes de descortinar valores muito concretos numa cultura diferente, que a sociedade deveria harmonizar, através dum trabalho que proporcione convivência sadia sempre alicerçada na justiça e na paz”, disse D. Jorge Ortiga aos participantes.

Com sede na Bélgica, o Comité Católico Internacional para os Ciganos foi criado em 1976 para promover o debate entre as comunidades ciganas e atender às suas necessidades humanas e espirituais.

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