Lisboa |
Bênção dos Universitários de Lisboa
Patriarca de Lisboa convida finalistas a não desanimar e a mudar o coração
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O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, convidou os universitários finalistas à mudança: a estar alerta e a mudar o coração. "Se quereis contribuir para um mundo melhor e para uma mudança só há um caminho: mudar o coração do homem, a começar pelo nosso!". O apelo foi feito na celebração de bênção de cerca de cinco mil finalistas, no passado sábado, 19 de Maio, na Alameda das Universidades, em Lisboa.

 

No início da celebração, António Pedro, finalista do curso de Gestão de Marketing, em nome de todos os finalistas, apresentava-se a D. José Policarpo como fazendo parte de “uma geração de esperança”, em vez de “parte de uma geração à rasca”, e nesse sentido convicto de que “apesar da dificuldade do Presente, têm esperança num amanhã melhor”.

Aos finalistas, que terminada a formação académica vão agora enfrentar a realidade de um país que atravessa dificuldades sociais e económicas, o Patriarca de Lisboa deixou ainda a sua mensagem de esperança: “Não desanimeis com as dificuldades presentes, porque a justiça generosa e verdadeira é criativa. Tem a ousadia de inventar e a coragem de não desistir.".

Para esta celebração de bênção, a trigésima celebrada desde 1983 e onde participaram 50 escolas de Lisboa, foi escolhido como tema 'Aprender a justiça, fazer a paz, mudar o mundo', o que levou D. José Policarpo a lembrar que “para o cristão o trabalho é sempre uma missão”. Por isso, os finalistas, ao serem agora abençoados por Deus são, também, “enviados para ajudar a comunidade a ser melhor: mais justa e mais pacífica”.

 

A verdade é a exigência fundamental para que o mundo seja justo

Referindo-se ao tema da justiça, o Patriarca de Lisboa sublinhou que é o "alicerce sólido para a construção da harmonia da paz”, e “sem uma verdadeira justiça não há mudança na sociedade que seja digna do homem”, referiu. Acentuando que “a justiça é generosa e fecunda” e tem de ser “verdadeira, assente na verdade”, D. José Policarpo relevou o facto de que “uma justiça com meias verdades, por vezes alicerçada na ambiguidade das posições ou das mentiras claras, nunca será digna do homem. A verdade é a exigência fundamental para que o mundo seja justo”, frisou.

Apelando, ainda, à intervenção dos finalistas para a mudança do mundo, D. José Policarpo acrescentou: “Se quereis construir a justiça na paz mudai o vosso coração. Estai sempre alerta para que ele não seja dominado por dificuldades circunstanciais, por anseios pessoais desmesurados, por maneiras demasiadamente individualistas de conceber a vida em sociedade. Mudar o coração é abri-lo sempre à surpresa da verdade, é torna-lo uma fonte inspiradora dos caminhos da justiça”.

texto e fotos por Nuno Rosário Fernandes
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