Ano da Fé |
Sínodo dos Bispos
Bispos de todo mundo procuram novos caminhos de evangelização
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“Partilhar, dialogar, repropor” são alguns dos objectivos apresentados pelo relator geral da XIII Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, o Arcebispo de Washington, cardeal Donald William Wuerl, na conferência de imprensa realizada logo depois das primeiras horas da reunião que está a decorrer em Roma, desde o passado Domingo, 7 de Outubro, até ao próximo dia 28 de Outubro sobre a 'Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã'.

 

De forma breve, o sínodo pode ser definido como uma assembleia de representantes do episcopado católico, ou seja de todos os bispos católicos do mundo, que tem por missão ajudar, com os seus conselhos, o Papa no governo da Igreja universal. O Sínodo dos Bispos é uma instituição permanente decidida pelo Papa Paulo VI, no dia 15 de Setembro de 1965, como resposta ao desejo dos padres do Concílio Vaticano II para manter vivo o espírito de colegialidade episcopal formada a partir da experiência conciliar. Derivada da palavra grega 'syn-hodos' que significa 'reunião', 'assembleia', o sínodo é um lugar de encontro entre os bispos, com o Papa, para troca de informações, experiências e para a procura comum de soluções pastorais universalmente válidas.

 

O Sínodo em números

Neste sínodo, já considerado o maior de sempre, participam 262 padres sinodais, sendo 103 da Europa, 63 da América, 50 da África, 39 da Ásia e 7 da Oceânia. Participam, ainda, 45 peritos e 49 auditores e delegados fraternos representando 15 Igrejas e comunidades eclesiais ainda não em plena comunhão com a Igreja Católica. Da Igreja portuguesa participam os bispos do Porto e de Lamego, D. Manuel Clemente e D. António Couto, respectivamente.

Segundo escrevia esta semana o director da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, “a um Sínodo não se vem apenas para falar, mas pelo menos também para escutar. Escutar juntos a Palavra de Deus, mas também escutar as vozes e as experiências dos outros bispos dispersos pelo mundo”. No que se refere a este Sínodo, concretamente, refere o padre Lombardi, “deve ser um tempo espiritual vivido com intensidade, por quem sabe que está em jogo a mensagem da salvação, o conhecimento de Jesus no mundo de hoje e de amanhã, para que 'o Filho do Homem, quando voltar, encontre ainda a fé sobre a Terra'”.

texto por Nuno Rosário Fernandes
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