Lisboa |
25º Encontro Nacional da Pastoral da Saúde
Igreja quer “desenvolver sempre mais” a sua presença nos hospitais e clínicas
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“Desenvolver sempre mais a presença da Igreja nos hospitais e clínicas, através de um cada vez mais eficaz Serviço de Assistência Espiritual e Religiosa nos hospitais”. Esta é uma das conclusões do 25º Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, que reuniu em Fátima, de 28 a 31 de maio.

 

Segundo o documento final do encontro, a presença da Igreja em unidades de cuidado de saúde deve dar prioridade “à formação dos Assistentes Espirituais e Religiosos”, “ao diálogo ecuménico e cooperação com todas as religiões”, “a uma maior consciência de coresponsabilidade eclesial onde médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, contribuam para um ambiente de acompanhamento humano e espiritual”, “à relação do Serviço de Assistência Religiosa com as Comunidades Paroquiais da zona em que o hospital está implantado” e “à presença dos Capelães Hospitalares nos serviços de humanização e de reflexão ética de cada hospital”.

 

Colaborar e estabelecer relações

A Pastoral da Saúde decidiu ainda “dar colaboração efetiva a todas as iniciativas lançadas pelo Ministério da Saúde ou por outras instituições, para garantir mais e melhor saúde das populações”, nomeadamente “nas dádivas gratuitas de sangue, apoiando os grupos de dadores, em cada zona do país”, “na formação das pessoas para proteger crianças e idosos, das condições climatéricas adversas, quer no frio, quer no calor” e “no apoio a todos os programas de prevenção de epidemias, quando lançados pela Direção Geral da Saúde”.

É também desejo dos responsáveis pela Pastoral da Saúde o estabelecimento de “relações estruturais entre a Pastoral da Saúde e a Pastoral Familiar, a Pastoral Juvenil e a Pastoral Social, uma vez que, em todas estas áreas, a saúde é um valor a proteger, a promover e a recuperar”.

As conclusões do 25º Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, que teve como tema ‘A Arte de Cuidar’, sublinham também a aposta na contribuição para “a formação e desenvolvimento do voluntariado social e do voluntariado pastoral que são complementares” e no lançamento das “bases da profunda renovação da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde e das suas congéneres diocesanas”.

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