Lisboa |
18º Dia da Vida Consagrada
Consagrados são parte essencial da Igreja de Lisboa
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O Patriarca de Lisboa convidou os consagrados presentes no Patriarcado a participarem na “ativação missionária da diocese”.

 

Na celebração da Vigília do Consagrado, no passado dia 1 de fevereiro, na igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, D. Manuel Clemente recordou que a diocese já está “em caminhada sinodal” seguindo, assim, a proposta deixada pelo Papa Francisco na Exortação Apostólica a ‘A Alegria do Evangelho’. Segundo o Patriarca, nesta exortação Francisco deixa “um programa para os próximos tempos e os próximos anos”, um programa que, sugere, “é indicado para uma conversão missionária da Igreja”. Nesse sentido, D. Manuel Clemente deixa um convite: “Conto muito convosco, como parte essencial da Igreja local de Lisboa. Conto muitíssimo com as comunidades religiosas e, com certeza que elas estarão muito presentes, não só na preparação do sínodo mas na ativação missionaria da diocese até 2016, e a continuação depois”, frisou.

Nesta vigília, onde participaram cerca de meio milhar de religiosos, o Patriarca de Lisboa recordou, ainda, que “a consagração batismal, radicalizada na profissão religiosa ou em outras formas de consagração, encontra o seu polo, o seu princípio, e a sua finalidade no Senhor que nos atrai” e que “as comunidades religiosas, de institutos seculares e de outras formas agregativas de consagração têm que transbordar naquilo mesmo que são, numa expressão da vida que se vive e onde o reino de Deus já se concretiza”. “É preciso que isto transborde, se comunique e se alargue em formas novas e antigas”, acentuou.

Ao celebrar a vigília do 18º Dia da Vida Consagrada, D. Manuel Clemente manifestou, ainda, o seu desejo de que nestes anos de caminhada sinodal na diocese, “cada comunidade, cada consagrado aprofunde o carisma, que é antes de mais esta atração por Jesus Cristo e depois o modo concreto dessa atração se exercitar em benefício do seu corpo que é a Igreja”.

 

Missão depende do encontro com Cristo

Na Missa com os Consagrados, na Sé Patriarcal, D. Joaquim Mendes apontou que a missão depende do encontro com Cristo. “A missão não depende dos anos, da condição social, da cultura, mas do encontro com Cristo, mediado pelo Espírito Santo, que leva e reconhecê-lo como a luz de Deus, o seu rosto, a sua presença, como a salvação ao alcance de todos, como o «sacerdote misericordioso» que expiou os nossos pecados com a sua morte e ressurreição e nos introduz no templo celeste”. Nesta celebração com os consagrados da diocese, no Domingo, dia 2, o Bispo Auxiliar de Lisboa desafiou os religiosos ao anúncio: “Falemos d’Ele, mostremo-l’O na nossa vida, deixemos transparecer a luz que recebemos d’Ele”. “Sejamos homens e mulheres que iluminam o futuro, com a luz que nos vem de Cristo”, terminou.

texto e foto por Nuno Rosário Fernandes
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