Lisboa |
XXII Dia Mundial do Doente
“O dia mundial do doente é o dia integral da vida”
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O Patriarca de Lisboa garantiu que “em Cristo” o mundo encontra “uma morte cheia de vida”. Numa mensagem por ocasião do XXII Dia Mundial do Doente, que é assinalado a 11 de fevereiro, D. Manuel Clemente sublinhou ainda que “o dia mundial do doente é o dia integral da vida”.

 

Lembrando o tema da Mensagem do Papa Francisco para o XXII Dia Mundial do Doente, sob o lema ‘Fé e caridade: «Também nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3, 16)’, o Patriarca de Lisboa aponta à palavra ‘dar’. “Ou melhor, simplificarmos a existência nesse único sentimento e prática, de doação completa, de não reservarmos para nós tudo quanto havemos de escoar para os outros. Pois só nos outros se guarda, como a água dos rios no grande oceano à espera. E o nosso irmão doente é o grande oceano a acolher-nos, para retribuir “a cem por um” toda a atenção que lhe dermos. Em cada doente, sabemo-lo bem, está o Deus que visitamos: «Vinde, benditos de meu Pai, porque estava doente e visitastes-me… E os justos irão para a vida eterna» (Mt 25)”. Neste texto a propósito do Dia Mundial do Doente, o Patriarca coloca também o enfoque na palavra ‘vida’. “Vida que, manifestando-se psicofisicamente em cada ser humano, ultrapassa em muito a circunstância de quem a leva ou suporta, na saúde ou na doença. Em Cristo, por primeiríssimo exemplo, encontramos uma morte cheia de vida, porque a deu e reviveu, como expansão absoluta de si. É isto viver, ou seja, conviver. Visitar o doente, acompanhá-lo e cuidá-lo é a convivência mais perfeita, em que a verdadeira vida se manifesta e partilha, com absoluto futuro. Pois só o amor nunca acabará (cf. 1 Co 13, 8)”.

Por isso, termina D. Manuel Clemente, “o dia mundial do doente é o dia integral da vida”.

 

Manifestações de atenção aos que sofrem

O responsável pelo Setor da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa, padre Vítor Feytor Pinto, lembra que foi o Papa João Paulo II que, em 1992, instituiu o Dia Mundial do Doente, a celebrar em 11 de Fevereiro de cada ano, e pede às paróquias “manifestações de atenção aos que sofrem”: “Visitar os enfermos”, que “é uma obra de misericórdia”; “Levar a comunhão aos doentes que estão em casa”, “Celebrar comunitariamente o sacramento da Unção, envolvendo toda a comunidade nesse momento alto de assistência aos enfermos”; “Propor momentos de oração pelos doentes, com celebrações comunitárias, noites de misericórdia, vigílias com adoração do Santíssimo Sacramento”; e “Promover encontros de reflexão com os profissionais de saúde, os assistentes espirituais e os voluntários, conversando sobre temas de espiritualidade, ética ou humanização”.

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