Lisboa |
«Documento Preparatório» do próximo Sínodo dos Bispos
Famílias desafiam Igreja a ser acolhedora e inclusiva
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O Secretariado Geral do Episcopado (SGE) considera que “os casos de famílias que não estão segundo as normas canónicas” são “desafios pastorais para que a Igreja seja sempre mais, como o seu fundador Jesus Cristo, acolhedora e inclusiva”.

 

No documento ‘Apresentação das respostas ao questionário do «Documento Preparatório» do próximo Sínodo dos Bispos (Roma, 5‑19 de Outubro) sobre o tema: «Desafios pastorais da família no contexto da evangelização»’, assinado pelo padre Manuel Morujão, secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, é destacada a “grande adesão” a “responder a um questionário algo complexo e extenso, com quatro dezenas de perguntas”, o que “mostra que o tema da família é muito importante para as pessoas”. “Foi muito apreciado pelas pessoas que responderam o facto de se consultar as bases da Igreja e não apenas a sua hierarquia. Muito apreciado foi também o encarar com realismo as famílias de hoje, tais quais são, a fim de que se possam encontrar as melhores ajudas e pedagogias pastorais”, refere o documento, sublinhando os desafios para a Igreja: “Os casos de famílias que não estão segundo as normas canónicas são apresentados como desafios pastorais para que a Igreja seja sempre mais, como o seu fundador Jesus Cristo, acolhedora e inclusiva, fazendo caminho para a meta do ideal cristão, com exigência que seja misericordiosa. Particularmente é acentuado que, na vida pastoral da Igreja, não deve haver qualquer tipo de discriminação em relação aos filhos de casais que não estão segundo as normas eclesiásticas, antes devem receber uma especial atenção e acolhimento, que envolva também os pais”.

Segundo o documento, “todas as propostas, mesmo não segundo a doutrina oficial da Igreja, foram resumidas e enviadas para Roma no final do mês de janeiro”. O Secretário Geral do Sínodo dos Bispos, arcebispo D. Lorenzo Baldisseri, “já agradeceu «a reflexão e o interesse que motivaram as respostas, assim como o tempo e o esforço necessário para redigir os textos enviados», explicitando que a sua atitude é de «total acolhimento e escuta»”.

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