Lisboa |
Festa de Santo Aníbal
Bispo Auxiliar saúda chegada dos Padres Rogacionistas à Diocese de Lisboa
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D. Joaquim Mendes considera “um dom antecipado do Ano da Vida Consagrada” a chegada à Diocese de Lisboa da Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus. Numa celebração em Algueirão, onde esta congregação religiosa abriu uma comunidade, o Bispo Auxiliar de Lisboa destacou Santo Aníbal, fundador dos Padres Rogacionistas.

 

“Associamo-nos aos Senhores Padres Rogacionistas, padre Luigi e padre Mateo, na celebração do seu fundador, Santo Aníbal Di Francia, e damos graças a Deus pela sua presença na nossa Diocese de Lisboa. A sua vinda foi um dom antecipado do Ano da Vida Consagrada que estamos a celebrar. Faltava-nos na diocese esta presença que encarna, de modo particular, a intercessão pelas vocações. Santo Aníbal foi insigne apóstolo da oração pelas vocações e da solicitude de Jesus pelos humildes, pelos pobres e pelos órfãos”, salientou D. Joaquim Mendes, no passado dia 1 de junho.

Falando sobre Santo Aníbal Maria Di Francia (1851-1927), o Bispo Auxiliar do Patriarcado destacou, depois, três aspetos do fundador desta congregação: a perceção da vida como vocação – “Santo Aníbal ainda muito jovem teve a perceção clara que Deus o chamava ao sacerdócio e respondeu generosamente” –, o caminho de discernimento da missão – “Santo Aníbal descobriu-a pouco a pouco, no contacto com a realidade que o rodeava; no contacto com a realidade da pobreza moral e material de um dos bairros da sua cidade, de Messina [Itália], onde vivia” – e a vida espiritual – “Santo Aníbal foi contemplativo na ação”.

 

Oração pelas vocações

Nesta celebração, D. Joaquim Mendes recordou também palavras do Papa João Paulo II, aquando da canonização de Santo Aníbal, em 16 de maio de 2004, que, partindo da afirmação de Jesus transmitida pelo evangelista São João – “Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14,23) – disse: “Nestas palavras evangélicas, apresenta-se delineado o perfil espiritual de Aníbal Di Francia que, o amor do Senhor, o estimulou a dedicar a existência inteira ao bem espiritual do próximo (…) Ele sentia sobretudo a urgência de realizar o mandato evangélico de Jesus: “Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara” (Mt 9,38). Aos Padres Rogacionistas e às Irmãs Filhas do Zelo Divino deixou a tarefa de se empenharem com todas as forças, a fim de que a oração pelas vocações fosse incessante e universal”.

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