Lisboa |
Apresentação do livro ‘Sermão da Montanha – Caminho de um peregrino’
Um “sinal muito forte” e definidor da “vida em Cristo”
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A apresentação do livro do padre Ricardo Neves, falecido há aproximadamente um ano, reuniu mais de seis centenas de pessoas, no passado dia 29 de junho, no Auditório da Boa Nova, no Estoril.

 

Na apresentação de ‘Sermão da Montanha – Caminho de um peregrino’, D. Manuel Clemente lembrou a vida do padre Ricardo Neves como um “sinal muito forte e convincente da cruz” de Cristo, que é também “sinal que nos define como cristãos”. “O padre Ricardo esteve neste mundo uma década mais do que Jesus Cristo mas foi Jesus Cristo que esteve na vida dele. Por isso, a vida dele, em tantos momentos, reproduzia de uma maneira muito nítida aquilo que os Evangelhos nos relatam da única vida que temos para viver e conviver, que é a vida em Jesus Cristo”, referiu D. Manuel Clemente, afastando a forma “fatalista” com que se olha para a cruz. “Muitas vezes a ‘cruz’ é tomada de uma maneira fatalista. Não há nada de fatalismo aqui. Nem a maneira como o padre Ricardo viveu esta vida em forma de cruz, até ao último momento, teve algo de fatalista ou derrotado. Foi uma vitória onde a vida precisa de ser vencida para se tornar convincente”, salientou.

O livro do sacerdote que foi pároco do Estoril foi apresentado no dia em completaria 19 anos de ordenação sacerdotal. O atual pároco que foi seu amigo e colega de curso, padre Paulo Malícia, lembrou alguns episódios que, em férias, passaram e sublinhou que a publicação deste livro “tem como objetivo que todos, mesmo os que não conheceram o padre Ricardo, pudessem peregrinar com ele”. “Não se trata de fazer uma homenagem ao padre Ricardo. Aliás, ele ia detestar isso. Mas sei que iria gostar que nós continuássemos a peregrinar com ele”, referiu o padre Paulo Malícia.

Editado pela ‘Lucerna’, uma chancela da Editora Principia, este livro encontra-se, para já, à venda na paróquia do Estoril e pela internet (www.principia.pt). O editor, Henrique Mota, classificou esta publicação de 192 páginas como, “acima de tudo, uma proposta de ‘remar’ aquilo que o padre Ricardo foi ensinando ao longo dos anos”. “Este livro pretende ser uma forma de partilhar a dedicação pastoral do sacerdote com todos aqueles que não o puderam conhecer, especialmente os que, agora, ao lerem-no, podem ficar com memórias dele, parecidas às daqueles cuja vida mudou ou reorientou depois de o ouvir”, expôs Henrique Mota.

texto por Filipe Teixeira; fotos por Zarica Beja
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