Lisboa |
Peregrinação Jubilar das Pessoas com Deficiência
Fazer mais pelas pessoas com deficiência
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O bispo que acompanha o Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência considera que a Igreja precisa do contributo dos cidadãos portadores de deficiência. Em Fátima, D. José Traquina convidou ainda os párocos e as comunidades cristãs a fazerem mais por estas pessoas.

 

A mensagem foi deixada na Peregrinação Jubilar das Pessoas com Deficiência, Famílias, Movimentos e Instituições, que se realizou de 16 a 18 de junho, em Fátima, juntando cerca de 400 pessoas. De acordo com este membro da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, a sensibilidade para com esta franja da população tem aumentado, mas há que fazer mais. Por exemplo, “é importante e necessário gerar acessibilidade das pessoas às igrejas, aos templos e aos espaços” e proporcionar “momentos em que as pessoas se integrem na própria liturgia, não por uma visibilidade de quem tem direitos sociais, mas pelo testemunho que elas são capazes de dar”.

D. José Traquina, que é também Bispo Auxiliar de Lisboa, defendeu, ainda, que as comunidades, assim como os párocos, devem empenhar-se também no caso dos cidadãos deficientes mentais: “A participação na Eucaristia requer que haja uma comunidade preparada para isso e que haja um padre que seja sensível ao problema”. “Não pode ser uma celebração em que há uma pessoa com deficiência que a certa altura manda um grito e a Missa para, porque não tem que parar. O que a pessoa tem de saber é que aquele grito até pode ser uma manifestação de alegria”, salientou, sublinhando que o importante é “descodificar aquela manifestação”. “Uma comunidade que tem pessoas com deficiência tem de saber trabalhar, tem de saber estar com estas pessoas”, terminou.

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