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Renovamento Carismático
Cardeal-Patriarca desafia Renovamento Carismático a “evidenciar-se sempre e mais” no anúncio do Evangelho
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O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa participou, em Fátima, na XL Assembleia Nacional do Renovamento Carismático Católico (RCC) que assinalou os 50 anos do movimento e os 40 anos de presença em Portugal.

"Onde houver um membro do Renovamento Carismático Católico tem de evidenciar-se sempre e mais o anúncio forte e criativo do Evangelho da paz, da reconciliação e da vida. Esse mesmo que esperam os pobres de tantas e tão variadas pobrezas, começando pelas mais básicas e sem descurar as mais profundas", referiu D. Manuel Clemente, no passado sábado, 2 de setembro, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima.

Perante centenas de membros do RCC, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa apelou ao serviço do próximo, garantindo que a Igreja “conta com os membros do RCC enquanto vidas transformadas pelo Espírito Santo”. “Que sejam testemunhas constantes de virtudes imprescindíveis para a Igreja e para a sociedade em geral, quando não desistimos de crescer e efetivamente melhorar. Que a todos amem, com um amor real e prestável, experimentando a verdadeira alegria, pois ‘a felicidade está mais em dar do que em receber’ (Act 20, 35)”, lembrou o Cardeal-Patriarca.

O encontro que teve como tema “Cada um recebe o dom de manifestar o Espírito Santo para utilidade de todos” contou também com a presença do Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, D. Joaquim Mendes, que desafiou os membros do RCC a promoverem uma “alegria missionária” na Igreja.

Na sua intervenção, D. Joaquim Mendes referiu que os membros do movimento são convidados a “reacender e valorizar a graça sacramental, os dons e os carismas, pela ação do Espírito Santo”. “Não tem discernimento e ilude-se quem julga poder atrair e manter as pessoas nos grupos do RCC sem lhes anunciar o Evangelho, sem os convidar à conversão e sem lhes propor a vida nova do Espírito alicerçada no mistério da cruz, sem as fazer passar pela experiência da ‘efusão’, onde acontece a conversão e a renovação, para uma vida nova no Espírito”, assinalou o presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família.

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