Lisboa |
D. Daniel Henriques, novo Bispo Auxiliar de Lisboa
Firme na proposta do Evangelho
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Um homem “humilde e simples”, que se destaca pelo “empenho na vida da fé e na vida espiritual” e pelo “grande cuidado pelos pobres”. É desta forma que alguns colegas sacerdotes caracterizam D. Daniel Henriques, o novo Bispo Auxiliar de Lisboa que foi nomeado pelo Papa Francisco, a 13 de outubro.


Foi o sacerdote que ouviu da boca do jovem Daniel a frase: ‘Senhor prior, eu estou a pensar em ser padre’. Estávamos por volta do ano de 1981-82, quando o padre Joaquim Pedro, então pároco de Santo Isidoro, em Mafra, recebe no seu gabinete o jovem que agora o Papa Francisco nomeou Bispo Auxiliar de Lisboa e que, então, teria cerca de 16 anos. “Recordo-me como se fosse hoje. Tem piada, porque eu era um padre novo, tinha dois anos de ordenação, e quando cheguei à Paróquia de Santo Isidoro marquei horários de atendimento, para as pessoas que quisessem falar. Eis se não quando, um dia, entra o Daniel pelo cartório e diz-me: ‘Senhor prior, eu estou a pensar em ser padre. Como é que o senhor me podia ajudar nisto?’. Nem queira saber a alegria que aquilo me deu. Pessoalmente, sendo eu um padre novo, que estava há um ano na paróquia, ter um jovem a pedir para ser padre, foi uma alegria enorme”, conta, ao Jornal VOZ DA VERDADE, o padre Joaquim Pedro, atual pároco de Caldas da Rainha. Por estes dias, quando foi conhecida a nomeação episcopal de D. Daniel Henriques, esta história, com mais de 30 anos, veio à cabeça do sacerdote. “O Daniel andava na catequese e, depois de me ter dito que queria ser padre, ainda fez o Crisma em Santo Isidoro. Depois, tudo fiz para o acompanhar, liguei para o seminário, conversei com os meus colegas de então e pedi para o acompanharem, também”, recorda o sacerdote, lembrando ainda “as visitas do Daniel, de bicicleta”.

D. Daniel Henriques nasceu a 30 de março de 1966, em Ribamar, freguesia de Santo Isidoro, concelho de Mafra. Foi batizado na igreja paroquial de Santo Isidoro, estudou do 1º ao 4º ano em Ribamar, o 5º e 6º ano em Santo Isidoro e do 7º ao 10º ano em Mafra. A notícia da nomeação do cónego Daniel Henriques para Bispo Auxiliar de Lisboa foi recebida pelo padre Joaquim Pedro com admiração. “Fiquei admiradíssimo. Como sabe, vamos ouvindo ‘é este o novo Bispo’ ou ‘é aquele o próximo Bispo’, mas nunca tinha ouvido o nome dele”, assume.

Sobre o que o Patriarcado de Lisboa pode esperar do novo Bispo, o padre Joaquim Pedro, atualmente com 65 anos, ‘socorre-se’ da mensagem que enviou a D. Daniel Henriques, no dia em que foi conhecida a nomeação episcopal. “Na mensagem que lhe dirigi, desejei – e sei que ele vai ser capaz – que ele seja um pastor à semelhança de Nosso Senhor, numa humildade e simplicidade muito grandes, que é muito importante para a nossa diocese. Pastor à figura de Cristo, humilde e simples, contactando o povo do Senhor”, deseja o sacerdote a quem o novo Bispo Auxiliar confidenciou querer ser padre.

 

Interesse pastoral

Em outubro de 1982, o mais recente Bispo português entrava no Seminário Patriarcal de São Paulo, em Almada, passando também a frequentar o externato Frei Luís de Sousa. Cerca de um ano mais tarde, em setembro de 1983, entrou no ano propedêutico da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, e em setembro de 1986 foi admitido no Seminário de Cristo Rei dos Olivais, em Lisboa. O cónego Nuno Isidro foi um dos colegas de curso de D. Daniel, que o acompanhou até ao dia da ordenação. “Conheci-o no ano em que entrámos no seminário e fizemos a ‘Semana de verão’, que era habitual para os que iam entrar no seminário e os que estavam em discernimento vocacional. Fizemos parte do mesmo curso desde o princípio, até ao fim”, refere este sacerdote, ao Jornal VOZ DA VERDADE. O cónego Nuno, atual vigário-geral do Patriarcado de Lisboa e diretor espiritual no Seminário dos Olivais, destaca a personalidade do colega agora nomeado Bispo pelo Papa. “Tenho as recordações daquilo que ele continua a manifestar: o empenho na vida da fé, na vida espiritual, no trabalho e no interesse pastoral, que sempre manifestou”, aponta.

Este sacerdote, de 54 anos, recebeu “com muita alegria” a nomeação do Papa. “Era uma esperança que eu tinha”, assume. “O Patriarcado pode continuar a esperar aquilo que ele tem manifestado em todas as tarefas pastorais em que se tem empenhado. Como ele próprio disse, na saudação que fez, podemos esperar que ele continue este trabalho de evangelização, próprio deste tempo que estamos a viver”, completa o cónego Nuno Isidro, que foi ordenado com D. Daniel Henriques, a  1 de julho de 1990, no Mosteiro dos Jerónimos.

 

Proximidade

Logo após a ordenação, a primeira nomeação do então padre Daniel foi a equipa sacerdotal do Seminário de Almada, onde esteve sete anos, até 1997, ano em que foi nomeado pároco da Ramada e Famões. Foi nessa altura que o agora padre Hugo Gonçalves, então um jovem de 18 anos, conheceu o novo Bispo Auxiliar. “O padre Daniel chegou a Famões quando eu estava a acabar o secundário, na transição para a universidade, e fomo-nos aproximando por causa do projeto ‘Espaço Jovem’, de integração de jovens com insucesso escolar e de famílias desintegradas. Era um projeto em rede e o padre Daniel convidou o grupo de teatro de que eu era responsável para fazer parte do ‘Espaço Jovem’. Foi-se desenvolvendo um trabalho muito bonito, e foi assim que fui contactando mais de perto com o novo Bispo”, recorda o padre Hugo, ao Jornal VOZ DA VERDADE. D. Daniel tinha então 31 anos e o atual pároco do Campo Grande, em Lisboa, lembra a proximidade que sentiu. “Era sobretudo um padre que tinha uma forma de relação muito próxima, de muita simplicidade, mas que ao mesmo tempo sabia o que queria e começou a dar um rumo à paróquia, organizando os grupos, cuidando das infraestruturas, e com um grande cuidado pelos pobres”, frisa o padre Hugo, de 39 anos. “Foi sempre um amigo. Com ele partilhei a minha vida, as minhas inquietações”, refere, destacando a importância do novo Bispo para a sua vocação.

Depois da Ramada e Famões, D. Daniel Henriques foi nomeado, em 2005, pároco de Algés, acumulando, a partir de 2010, com a Paróquia de Cruz Quebrada-Dafundo. Em abril de 2011, é nomeado cónego, tornando-se membro do Cabido da Sé. Em 2012, é designado diretor espiritual do Seminário dos Olivais e, em 2014, diretor do Serviço de Animação Missionária do Patriarcado. D. Daniel Batalha Henriques era atualmente, e desde 2016, o pároco de Torres Vedras e, no último ano, também de Matacães, além de vigário da Vigararia de Torres Vedras. A 13 de outubro, foi nomeado, pelo Papa Francisco, Bispo Auxiliar de Lisboa, recebendo o título de ‘Acquae Tibilitane’. “Fiquei muito contente com a nomeação episcopal. Não me surpreendeu totalmente, mas recebi a notícia com grande alegria, pelo pastor que ele tem sido, pela forma como ele vai dando atenção às pessoas e pela calma, mas ao mesmo tempo firmeza, com que ele vai propondo o Evangelho”, termina o padre Hugo Gonçalves, um sacerdote cuja vida foi tocada pelo novo Bispo Auxiliar de Lisboa.

 

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Perfil

D. Daniel Batalha Henriques, de 52 anos, é membro do presbitério de Lisboa e era, atualmente, pároco das paróquias de Torres Vedras e Matacães e vigário da Vigararia de Torres Vedras. Natural da Paróquia de Santo Isidoro, em Mafra, entrou no Seminário de Almada, em 1982, e concluiu a sua formação no Seminário dos Olivais, em 1989. Foi ordenado sacerdote, pelo Cardeal D. António Ribeiro, em 1990, no Mosteiro dos Jerónimos.

A primeira nomeação foi, em 1990, para membro da equipa formadora do Seminário de Almada. Foi depois pároco da Ramada, Famões, Algés e Cruz Quebrada, e diretor do Serviço de Animação Missionária do Patriarcado de Lisboa. O novo Bispo Auxiliar foi nomeado cónego do Cabido da Sé Metropolitana Patriarcal de Lisboa, em abril de 2011.

A ordenação episcopal de D. Daniel Henriques vai ter lugar no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, no dia 25 de novembro, Domingo de Cristo-Rei.

 

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Mensagem do Cardeal-Patriarca de Lisboa

O Cónego Daniel Batalha Henriques acaba de ser nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa. Em boa hora o recebemos na nova missão, rezando desde já pela sua pessoa e trabalho futuro.

Nascido em 1966 e ordenado sacerdote em 1990, desempenhou o seu ministério na formação de seminaristas e em diversas paróquias, além do mais, com grande dedicação e intensidade espiritual.

É especialmente esta junção de dedicação e espiritualidade, bem como de sensibilidade missionária, que mais lhe granjeia a consideração e a estima do Presbitério diocesano, assim como dos muitos fiéis que sucessivamente tem servido. Da sua clarividência pastoral dão boa conta os artigos que publica semanalmente no jornal Badaladas (da paróquia de Torres Vedras), sempre bons de reler.

Agradeço ao Papa Francisco a nomeação que acaba de ser noticiada, preenchendo o lugar que D. José Traquina deixou vago há um ano, com a nomeação para Santarém. D. Daniel soma-se aos vários membros do Presbitério de Lisboa que na última década têm sido chamados ao Episcopado, em benefício de várias Dioceses. Graças a Deus que assim foi e deste modo continua a ser!

 

Lisboa, 13 de outubro de 2018

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

 

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Saudação ao Patriarcado de Lisboa

Agora que se tornou conhecida, e pública, a nomeação que o Santo Padre me fez para Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, quero deixar uma mensagem muito fraterna, uma saudação aos diocesanos da Diocese de Lisboa.

Também esta alegria, e esta paz, em que me encontro, que gostaria que pudesse ser um testemunho. Quando nós servimos o Senhor e quando estamos prontos a dizer-Lhe ‘Sim’ àquilo que a Igreja nos pede, Deus vem ao nosso encontro, com tudo o que é necessário, de graças, de dons, para desempenharmos a nossa missão. É assim que eu me encontro, é assim que eu me coloco, também, diante da Igreja, nossa Mãe, diante do Senhor, o Bom Pastor, pronto a fazer a Sua vontade, a fazer a vontade do Pai, como Jesus.

Tenho esta graça muito grande de poder exercer o episcopado em comunhão profunda com o senhor Patriarca, com os senhores Bispos Auxiliares, na diocese que muito amo. É a minha diocese, aqui cresci, cresci para a fé, aqui encontrei os sinais vocacionais, fui acompanhado pelos sacerdotes desta diocese, servi esta diocese como padre da equipa formadora do Seminário de Almada, como pároco, com os colegas da vigararia, com este Povo de Deus, e acho que é uma graça, é um privilégio, sendo Bispo, que o seja em todo este contexto.

A nossa diocese encontra-se em plena aplicação prática pastoral do nosso Sínodo Diocesano e encontramo-nos em pleno Ano Missionário. São desafios muito grandes que Deus nos faz, que faz à Igreja de Lisboa, e que eu quero, antes de mais, abraçá-los no meu ministério e poder ajudar, também – e conto com a graça de Deus para isso –, aqueles que me vão sendo colocados no caminho, nas missões que a Igreja Diocesana me for confiando, pelo seu Patriarca.

Mensagem-vídeo publicada no site do Patriarcado de Lisboa

 

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D. Daniel Henriques, novo Bispo Auxiliar de Lisboa

“Desafia-me muito o exemplo do Papa Francisco de chegar aos últimos”

 

O Bispo eleito Auxiliar de Lisboa sente-se desafiado pelo exemplo do Papa Francisco. Na primeira entrevista após a nomeação episcopal, em exclusivo ao Jornal VOZ DA VERDADE, D. Daniel Henriques diz estar “em grande paz” e “em comunhão profunda” com o Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente, e os Bispos Auxiliares, D. Joaquim Mendes e D. Nuno Brás.

 

Como acolheu esta nova missão que o Santo Padre lhe pede?

Ainda estou a tentar digerir a notícia. Para ser muito franco, nós começamos a ouvir boatos, mas achamos sempre que não passam disso, de boatos. Quando eu soube da nomeação, foi através do senhor Patriarca, no dia da reunião de vigários, no passado dia 2 outubro, que me chamou, no intervalo, e comunicou que o Santo Padre me tinha nomeado.

Estou em grande paz, porque toda a minha vida de padre – e isto não é grande mérito – procurei sempre fazer aquilo que a Igreja me pedia e confiar, depois, o resto ao Espírito Santo, sabendo que se a Igreja me pede, me confia, não me faltará também os bens e as ferramentas necessárias, da parte de Deus, para levar a bom termo essa missão. Tenho pensado se esta paz é fruto do Espírito Santo ou da inconsciência do que me tem pela frente – mas eu acredito que é do Espírito Santo! Nós confiamos no Senhor e Ele nos ajudará, mesmo sem saber ainda muito bem o que é que significa, em termos práticos, no dia a dia, esta missão de Bispo.

Neste momento, acolhi com confiança e estou disponível, sempre, como estarei sempre, à vontade de Deus, através da sua Igreja.

 

Referiu que já conversou com o senhor Patriarca. O que lhe foi pedido?

O senhor Patriarca simplesmente me comunicou que o Santo Padre me tinha nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, e depois procurou colher a minha reação e a minha disponibilidade. Eu renovei a minha disponibilidade, que é do dia da minha ordenação. Na altura, só me lembrei, de facto, desse ‘Sim’ na minha ordenação. Já passaram dois sucessores depois de D. António Ribeiro, que me ordenou, mas o compromisso e a promessa diante de Deus permanecem. Portanto, renovei o compromisso, como tinha prometido fazer no dia da minha ordenação, diante do senhor Patriarca.

 

Já escolheu o lema episcopal?

Isto é tudo tão recente… há uma série de perguntas que começam logo a fazer, mas tenham em conta que isto tem pouco mais de uma semana. Tenho pensado no lema, desde que soube da nomeação, em frases ou textos bíblicos que, para mim, sejam uma referência muito forte. O lema episcopal não é uma coisa que se crie, assim, de um momento para o outro. Posso dizer que há um salmo que eu gosto muito de rezar, que não aparece muitas vezes na liturgia das horas: é o salmo 87, que fala da cidade de Jerusalém e de todos os povos que têm aí as suas raízes, que têm a cidadania nessa cidade, e depois é dito, no final, que “todas as minhas fontes estão em ti”. E essa cidade representa a cidade de Jerusalém, mas é o símbolo da Igreja. Por outro lado, estas fontes são as fontes que encontramos nas chagas do Senhor. Há também um texto que eu gosto muito, e que estou a meditar, que é o texto da Samaritana. Portanto, será algo por aqui.

No ano missionário, vou procurar que o meu lema episcopal reflita também este ano, porque tem a ver com a minha história, também, porque estive muitos anos ligado ao Departamento de Ação Missionária do Patriarcado. Agora, tenho que pensar e rezar melhor, acima de tudo.

 

O senhor D. Daniel é um bispo nomeado pelo Papa Francisco. De que forma pode sintetizar este pontificado?

Sinto-me muito identificado com o Papa Francisco – mas também me sentia o Papa Bento XVI e com o Papa João Paulo II. Ainda hoje continuo a pegar muito nos textos e documentos do Papa Bento XVI para preparar as homilias. Mas este Papa, a sua proximidade, o nome que ele escolheu, Francisco – o Papa tinha bem consciência porque é que escolheu este nome –, tem a ver não só com a ecologia, mas, acima de tudo, tem a ver com esta reforma da Igreja que é necessário ser feita. Não temos de ter medo de usar a palavra reforma, daquela imagem de Cristo que diz [a São Francisco de Assis]: ‘Vai e reconstrói a minha Igreja’, e ele pensa que é a tal capela que está em ruínas, mas depois percebe que sua missão é muito mais do que pôr uma capela em ruínas em bom estado.

Sinto-me, de facto, muito próximo deste Papa. Entre tantos exemplos, acho muito interessante que algumas visitas apostólicas internacionais do Papa Francisco sejam a comunidades onde quase não há católicos. Países onde é quase residual a percentagem de católicos e ele vai lá, está lá. Ou seja, este cuidado com os últimos. Ele percebeu que há que chegar aos últimos, há que ir ao encontro das comunidades mais debilitadas, mais perseguidas, mais frágeis. O Papa não está, naturalmente, a voltar as costas àquelas grandes Igrejas que têm uma grande percentagem de católicos, mas está a cuidar dos últimos. Isto é uma coisa que me desafia muito também, até como Bispo.

 

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“A Conferência Episcopal regozija-se com esta nomeação, desejando a D. Daniel Henriques um fecundo ministério episcopal ao serviço do Patriarcado de Lisboa e da Igreja em Portugal.”

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa

 

“D. Daniel Henriques pode contar com a nossa oração e disponibilidade para continuar a servir a Igreja onde formos chamados.”

Comunicado da CIRP - Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal

 

“O nosso querido pároco foi nomeado bispo-auxiliar de Lisboa. Rezemos por ele e pela sua nova missão. Rezemos, também, por toda a Igreja e pela sua união! A si, D. Daniel Henriques, desejamos-lhe as maiores felicidades e prometemos-lhe oração! Forte abraço desta sua paróquia.”

Nota da Paróquia de Torres Vedras

 

“É com um misto de alegria pela Igreja de Lisboa e de já saudade por este pastor que a Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira partilha a nomeação do Papa Francisco.”

Nota da Paróquia de Matacães

 

“É um dia muito feliz para as Paróquias de Cristo Rei de Algés/Miraflores e Senhor dos Aflitos Cruz Quebrada/Dafundo. Exultemos de alegria! Acolhamos a sua mensagem e acompanhemos Dom Daniel Henriques na oração e na missão.”

Nota da Paróquia de Cristo-Rei de Algés-Miraflores

 

“A Câmara Municipal de Torres Vedras felicita Daniel Henriques pela sua nomeação como Bispo Auxiliar de Lisboa.”

Nota da Câmara Municipal de Torres Vedras

 

“Felicitamos o Pároco das paróquias de Torres Vedras e Matacães e vigário da Vigararia de Torres Vedras pela sua nomeação como Bispo Auxiliar de Lisboa.”

Nota da Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães

 

“Parabéns D. Daniel Henriques. O Executivo da Junta de Freguesia de Santo Isidoro deixa os votos de sucesso para esta missão que lhe foi confiada. É mais um chamamento e, com ele, Deus há-de providenciar tudo o que for necessário para a cumprir. A Freguesia orgulha-se desta nomeação, é um filho da terra, aqui teve as suas bases, encontrou a sua fé e contribuiu para a fé de muitos de nós, testemunhamos todos o seu percurso e não deixaremos de o acompanhar!”

Nota da Freguesia de Santo Isidoro

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