Lisboa |
D. Nuno Brás nomeado Bispo do Funchal
Um horizonte de missão e serviço
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Conterrânea de D. Nuno Brás, a diretora da Faculdade de Teologia destaca “o sentido de responsabilidade” e “de serviço” do novo Bispo do Funchal. O antigo Bispo Auxiliar de Lisboa, nomeado pelo Papa para a ilha da Madeira, é natural do Vimeiro e o ‘seu’ pároco garante que tem “capacidade para assumir uma diocese”, enquanto um aluno do Seminário dos Olivais, também conterrâneo, frisa “o entusiasmo e ânimo” dos seminaristas madeirenses que estão em Lisboa.

 

Amiga de longa data de D. Nuno Brás, Ana Maria Jorge, diretora da Faculdade de Teologia da UCP, saúda, através do Jornal VOZ DA VERDADE, a nomeação do novo Bispo do Funchal. “A missão alarga sempre horizontes, e horizontes de serviço, e neste caso da notícia da nomeação do D. Nuno, que vai de Lisboa até ao Funchal, vemos tão bem como estes horizontes da missão se alargam na vida concreta deste nosso bispo, que aqui, entre nós, serviu durante tantos anos”, refere. Sublinhando que “as nomeações episcopais são sempre, na vida da Igreja, uma expressão muito bela da vida entregue que o bispo é chamado a ser”, a docente considera que a nomeação do Papa é “motivo de alegria”. “Simultaneamente, convida-nos a olhar para a missão episcopal que, na vida do D. Nuno, constitui mais um dos desafios, entre os muitos que ele realmente tem tido, com o entusiasmo sempre renovado que lhe é reconhecido, de continuar a servir e a estar disponível para esta missão que lhe tem sido confiada. Tudo fará com um enorme sentido de responsabilidade”, assegura.

Conterrânea, mas também “amiga e antiga colega de faculdade”, Ana Maria Jorge recorda a infância e juventude passadas no Vimeiro, uma freguesia do concelho da Lourinhã. “Conhecemo-nos desde pequenos, quando começámos na escolinha. Somos de idade muito próxima, temos somente um ano a separar-nos, e vivíamos muito perto: um de um lado da igreja e o outro do outro lado. Recordo as brincadeiras de infância, todos juntos, o círculo de amigos e o sentido de Igreja que, no caso do D. Nuno, o vir a ser padre, era qualquer coisa que desde cedo nós notávamos como algo de muito importante”, recorda a diretora da Faculdade de Teologia da UCP.

 

Missão exigente

Antigo Bispo Auxiliar de Lisboa desde 2011, D. Nuno Brás foi nomeado Bispo do Funchal pelo Papa Francisco, no passado dia 12 de janeiro. Uma nomeação que o pároco do Vimeiro viu com “grande alegria”. “O senhor D. Nuno tem capacidade para assumir, de facto, o pastoreio de uma diocese e, assim, poderá pôr a render os seus dons”, enaltece, ao Jornal VOZ DA VERDADE, o cónego Eduardo Coelho, desejando “as maiores felicidades” a D. Nuno. Este sacerdote destaca também o facto de o novo Bispo madeirense “ter sido reitor do Seminário dos Olivais e haver muitos padres do Funchal que fizeram lá o seu percurso formativo”. “Isso pode, de facto, ajudá-lo”, considera. Sobre a nova missão do ‘seu’ paroquiano, o cónego Eduardo Coelho sublinha “ser exigente”. “Ele tem cá a família toda e aceitar ir assim, para longe de casa e dos seus, é também um sinal daquilo que é o seu lema episcopal e aceitar essa distância na missão que o Senhor lhe confia”, observa o ‘pároco’ do novo Bispo do Funchal.

 

Presença na oração

A tomada de posse do antigo Bispo Auxiliar de Lisboa vai ter lugar no dia 17 de fevereiro, Domingo, às 16h00, na Sé do Funchal, na ilha da Madeira. O diácono Tiago Roque, aluno do 6º ano do Seminário dos Olivais, é também natural do Vimeiro e viu “com muita alegria” a nomeação do seu conterrâneo para Bispo do Funchal. “Sendo uma pessoa da minha terra, é sempre bom ver a caminhar e a exercer o seu ministério na Igreja. Aquilo que foi a sua ordenação episcopal, em 2011, a que eu assisti quando estava no seminário menor, concretiza-se, uma vez mais, agora no papel de Bispo do Funchal”, frisa, ao Jornal VOZ DA VERDADE. Este jovem refere que “quando era miúdo, já D. Nuno Brás estava por Lisboa”, pelo que o conhecia “sobretudo de ouvir falar”. “Lembro-me que o conheci melhor numa viagem que fizemos, em família, a Roma, em 2005, quando eu tinha 10 anos, e nos encontrámos com ele”, conta, referindo “ter sentido, neste tempo de seminário, a presença do senhor D. Nuno na oração”.

O diácono Tiago destaca ainda o “entusiasmo” dos oito alunos da Diocese do Funchal que estão no Seminário dos Olivais. “O D. Nuno acolheu logo a notícia sentindo-se como um madeirense. E isso foi motivo de entusiasmo, acolhimento e ânimo”, garante este conterrâneo do novo Bispo do Funchal, D. Nuno Brás.

 

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Perfil

Natural do Vimeiro, no concelho da Lourinhã, D. Nuno Brás da Silva Martins nasceu no dia 12 de maio de 1963, frequentou os seminários maiores do Patriarcado de Lisboa (Almada e Olivais), entre 1980 e 1987, tendo sido ordenado sacerdote, pelo Cardeal Ribeiro, a 4 de julho de 1987.

Foi vigário paroquial na Paróquia dos Anjos, em Lisboa, redator, editor e diretor do Jornal Voz da Verdade, reitor do Pontifício Colégio Português, em Roma, formador e depois reitor no Seminário dos Olivais. Era Bispo Auxiliar de Lisboa, nomeação que recebeu do então Papa Bento XVI, a 10 de outubro de 2011, tendo decorrido a ordenação episcopal a 20 de novembro do mesmo ano. Integra as Comissões Episcopais da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais e da Educação Cristã e Doutrina da Fé. Em 2016, foi nomeado membro da Secretaria para a Comunicação da Santa Sé e, desde março do ano passado, coordena a secção das Comunicações Sociais da Comissão para Evangelização e Cultura, organismo do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE).

 

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Mensagem do Cardeal-Patriarca de Lisboa

A Santa Sé noticiou hoje a nomeação de D. Nuno Brás da Silva Martins para Bispo do Funchal.

D. Nuno Brás merece toda a nossa gratidão pelo trabalho que realizou no Patriarcado de Lisboa, especialmente como formador e reitor do Seminário dos Olivais e Bispo Auxiliar desde 2011. Em tudo manifestou grandes dotes de inteligência e qualidade pastoral, ganhando justamente a estima do Povo de Deus, especialmente dos que mais diretamente serviu. Destaco o acompanhamento às Vigararias, ao respetivo clero e paróquias, e as visitas pastorais. Também a qualidade das suas intervenções e escritos na Voz da Verdade e outras publicações foram de grande pertinência para a nossa vida eclesial e cultural.

Estou certo que a Diocese do Funchal muito beneficiará com tantas qualidades comprovadas. Para boa parte do seu clero é já uma presença familiar, dado o conhecimento mútuo que têm desde o tempo de formação no Seminário dos Olivais, como colegas ou alunos. Reforça-se também deste modo a ligação entre as nossas Igrejas irmãs.

D. Nuno Brás conta com a nossa muita estima e oração. A autenticidade eclesial nasce da profundidade espiritual com que se vivam realidades assim, como o ministério ordenado e o serviço do Povo de Deus. Rezaremos por ele e pelo novo serviço que o Papa Francisco lhe pede.

Lisboa, 12 de janeiro de 2019

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

 

NB: Na quinta-feira 7 de fevereiro, às 19 horas, celebraremos a Santa Missa com D. Nuno Brás no oratório do Seminário dos Olivais (trazer alva e estola vermelha). Daremos graças a Deus pelo seu ministério e pediremos pelo que vai iniciar na Diocese do Funchal. Seguir-se-á um jantar festivo, para o qual se convida especialmente o clero, e outras pessoas mais próximas, pedindo que avisem o Seminário da sua comparência até sábado, dia 2 de fevereiro. 

 

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Saudação de D. Nuno Brás

Caríssimos cristãos da diocese do Funchal

Recebi há dias a notícia de que o Papa Francisco me envia para junto de vós como vosso Bispo.

Acolhi esta decisão do Santo Padre com um misto de temor e confiança: temor porque tenho consciência das minhas limitações; confiança porque sei que Jesus estará sempre comigo e não me abandonará.

Neste momento, quero saudar-vos a todos. Quero saudar as muitas comunidades da Madeira e do Porto Santo que, na nossa região ou no estrangeiro, louvam o Senhor e procuram viver o Evangelho. Quero fazê-lo com as mesmas palavras do Apóstolo: “A graça e a paz de Deus nosso Pai e de Jesus Cristo nosso Senhor, estejam convosco” (Ef 1,1).

Mas deixai que, nesta ocasião, me dirija com uma especial gratidão aos Senhores D. António Carrilho e D. Teodoro de Faria, a quem, de há muito, me ligam laços de sincera amizade.

Depois, deixai que saúde todos os sacerdotes que servem a nossa diocese, bem como os membros das famílias religiosas que, na Madeira, dão testemunho de uma total consagração a Jesus. E que saúde ainda todas as autoridades civis e militares, em particular aqueles que foram eleitos pelos madeirenses como seus legítimos representantes.

A nossa diocese celebrou há pouco os 500 anos da sua existência. É uma comunidade marcada pela maturidade da fé e pela missão. É o primeiro fruto eclesial da expansão atlântica portuguesa.

Agora cabe-nos a nós a missão de sermos testemunhas da vida nova que Jesus oferece sempre e a todos.

É dessa vida que o Bispo deve ser a primeira testemunha. É dessa vida nova – o Evangelho – que quero dar testemunho, enquanto Deus me der forças e saúde. Sempre e em toda a parte.

Quero confiar desde já o meu ministério como Bispo do Funchal à intercessão de Nossa Senhora do Monte e do Apóstolo São Tiago Menor, padroeiros da nossa diocese, e do Beato Carlos de Áustria.

Conto convosco no desempenho desta missão: com a vossa fé, a vossa esperança e a vossa caridade. Saúda-vos o

+ Nuno, Bispo eleito do Funchal

 

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Saudação de D. António Carrilho a D. Nuno Brás

É com grande alegria que, ainda envoltos na Luz de Belém, no final das celebrações natalícias, recebemos a notícia da nomeação de D. Nuno Brás da Silva Martins, até agora Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, para meu sucessor como Bispo do Funchal. Desde já, a minha jubilosa e cordial saudação: seja bem-vindo à querida Diocese do Funchal, como seu Pastor e Guia; e que Deus o abençoe e cumule das maiores graças, nesta sua nova missão. (…) Vamos acolher o nosso Novo Bispo, com alegria e total disponibilidade para servir na grande missão de anunciar o Evangelho da esperança e da paz. Sinta-se, D. Nuno Brás, desde o primeiro momento, amado e acolhido de todo o coração, nestas nossas ilhas da Madeira e Porto Santo, e por todos os madeirenses e porto-santenses espalhados pelo mundo.

+ António Carrilho, Bispo do Funchal

 

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“Ao longo destes dias, muitos foram os que me saudaram pela nomeação como Bispo do Funchal. Quero agradecer a todos, e pedir que rezem por mim. E quero ainda dizer-vos que os amigos ficam sempre no coração!”

Mensagem de D. Nuno Brás, na sua página no Facebook 

 

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Entrevista a D. Nuno Brás, Bispo eleito do Funchal: “Incrementar a vida cristã na Madeira”

 

O Bispo eleito do Funchal quer “conhecer a realidade” da sua nova diocese e “incrementar a vida cristã na Madeira”. Em entrevista ao Jornal VOZ DA VERDADE, D. Nuno Brás diz conhecer “boa parte do clero do Funchal” e garante que vai para a Madeira “sem ideias pré-concebidas”.

 

Como acolheu esta nomeação do Santo Padre para Bispo do Funchal?

Acolhi esta nomeação com um misto de temor, porque obviamente conheço as minhas limitações e, portanto, a tarefa é sempre demasiado grande para as minhas capacidades, e confiança, sabendo que Nosso Senhor não me abandona nunca e que isto é d’Ele. Acolho, também, sabendo que há um Povo de Deus na Madeira, com fé, com esperança, com caridade, com comunidades vivas, bonitas, com gente empenhada e também com padres.

 

Desde 1980 que os seminaristas do Funchal fazem a sua formação em Lisboa. O facto de conhecer boa parte do clero da sua nova diocese pode ser uma mais-valia para esta missão?

Sim, de facto conheço muitos dos padres da Madeira. Conheço-os praticamente todos desde 1980 – há somente dois ou três anos com os quais eu não convivi tanto, quando estive em Roma –, o que significa que conheço bastante bem mais de metade do clero do Funchal, como eles me conhecem bastante bem a mim. Claro que é uma mais-valia no sentido de que conto com eles, obviamente, para, em primeiro lugar, me ajudarem a conhecer as próprias comunidades; depois, para uma relação muito franca e aberta, com muita caridade, de um lado e do outro. Penso que sim, e espero que este conhecimento seja uma mais-valia.

 

D. Nuno Brás foi feito o Bispo em 2011, sendo Auxiliar de Lisboa desde então. De que forma isso o pode ajudar agora como Bispo residencial?

O Bispo Auxiliar, pelo menos em Lisboa, não tem propriamente as tarefas administrativas que agora vou ter. Mas tem tarefas pastorais. No fundo, são sete anos de tarefas pastorais, já como Bispo, junto das comunidades, junto dos sacerdotes, embora, obviamente, sejam dioceses muito diferentes: a Diocese de Lisboa tem problemas muito próprios e a Diocese do Funchal terá também problemas muito próprios. Depois, trata-se do mesmo ministério apostólico, seja em Lisboa, seja no Funchal. Nisso, tem-me ajudado muito pensar que São Paulo também não conhecia as cidades por onde passava e, no entanto, foi um grande apóstolo. Obviamente, não me comparo com ele, mas se foi assim no início da Igreja, há de continuar a ser assim.

Vou para o Funchal sem ideias pré-concebidas, procurando conhecer a realidade da diocese e depois procurando também que a vida cristã ali seja incrementada. Que continue como ela está e, mesmo, mais viva. Há uma realidade muito importante – que certamente está a ser cuidada –, que é a quantidade de estrangeiros, de visitantes, de turistas, que vão à ilha da Madeira. Há também muitos missionários que são originários da Madeira, de uma forma muito particular os padres dehonianos e também os franciscanos. A própria Madeira tem um dinamismo missionário muito grande, mas o facto de haver muita gente sem fé, muita gente que nunca ouviu falar de Jesus Cristo e que vem passar, nem que seja uma semana, à nossa terra, dá-nos sempre a oportunidade de sermos testemunhas de Jesus Cristo e de anunciarmos o Evangelho, com toda a ousadia.

 

Uma realidade que afeta, de uma forma muito particular, a ilha da Madeira é a questão dos emigrantes, sobretudo da Venezuela. De que modo isto o preocupa e o que a Igreja pode fazer para ajudar?

Em primeiro lugar, é importante acolher todos aqueles, concretamente da Venezuela, que vêm, vieram ou estão a vir. Muitos deles virão com poucas capacidades de sobrevivência, até. Depois, creio que a Cáritas Diocesana do Funchal tem tido, e continuará a ter, certamente, uma ação muito grande junto da Cáritas da Venezuela, no sentido de ajudar os cristãos, não apenas madeirenses, mas todos. Depois, obviamente, acompanhar não apenas em termos materiais, mas ter esta disponibilidade para acompanhar, para estar perto e para servir naquilo que for necessário.

 

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“Nos meus textos procuro ver a realidade com os olhos de Deus”

Com esta nomeação para Bispo do Funchal, termina também uma participação de muitos anos com o nosso jornal diocesano, do qual foi diretor por duas vezes. Que significado teve esta colaboração?

O Jornal VOZ DA VERDADE faz parte da minha história. Desde 1987, com alguns interregnos muito pequenos, que o jornal faz parte da minha história. Não conseguiria apresentar-me sem falar da Voz a Verdade. Primeiro com muitas dificuldades, em que o jornal era praticamente uma ‘folha de couve’, e recordo a ajuda dos seminaristas do Seminário dos Olivais. Quando houve a tentativa de fazer um trabalho mais sério, com um pouco mais de meios, lembro a colaboração de tantos leigos e tive a oportunidade de perceber o quanto os leigos gostavam da Voz da Verdade, porque escreviam e escrevem, porque percebem que é uma realidade importante.

Nesta colaboração, procurei sempre ter esta atenção à realidade e a fazer uma leitura cristã da realidade. Procurar ver a realidade com os olhos de Deus. Isso ajuda-nos, até mesmo como Bispo. Depois, ajudou também quando ia a uma paróquia onde não me conheciam – o que era difícil, na nossa Diocese de Lisboa –, alguns me diziam ‘o senhor é aquele que escreve na última página da Voz da Verdade’. São muitas as pessoas que me agradecem pelo facto de escrever, mas faço-o com toda a simplicidade, às vezes com alguma polémica, mas isso faz parte do sal, senão os textos ficam muito insonsos. Por vezes, nas férias, dava comigo a pensar ‘aqui está um bom tema para escrever no jornal’ e depois lá me lembrava que estávamos de férias e que não era preciso escrever artigo porque não há jornal em agosto... Acho que vou ter saudades, porque foi um hábito, um vício quase, que fui ganhando e que agora vou ter que perder, ou não. Vamos ver…

 

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“Com esta nomeação, o Santo Padre procedeu à escolha de uma personalidade com uma vasta e brilhante carreira de serviço à Igreja e à comunidade, como pastor e como intelectual distinto. Pelas suas qualidades humanas e morais, pela força da sua fé e pelo exemplo do seu percurso, D. Nuno Brás da Silva Martins será, também ele, o comunicador perfeito que servirá modelarmente a diocese do Funchal.”

Nota da Presidência da República

 

“Felicito calorosamente D. Nuno Brás pela nomeação por Sua Santidade o Papa Francisco como Bispo do Funchal, desejando-lhe as maiores felicidades no exercício da sua atividade pastoral.”

Ireneu Cabral Barreto, representante da República para a Região Autónoma da Madeira

 

“O Governo da Região Autónoma da Madeira congratula-se com a nomeação, pela Santa Sé, de D. Nuno Brás como Bispo da Diocese do Funchal e dirige-lhe, em nome do povo da Madeira e Porto Santo, votos das maiores felicidades na prossecução da nova missão e respetiva atividade pastoral.”

Comunicado do Governo Regional da Madeira

 

“A Conferência Episcopal regozija-se com esta nova missão episcopal que D. Nuno Brás vai assumir ao serviço da Igreja na Madeira e Porto Santo, e agradece a D. António Carrilho toda a dedicação pastoral ao povo de Deus que aí lhe foi confiado.”

Nota da Conferência Episcopal Portuguesa

 

“A Cáritas congratula-se com a nomeação de D. Nuno Brás, para assumir as funções de Bispo do Funchal, desejando-lhe as maiores felicidades, nestas suas novas funções, e disponibilizando-se para total colaboração, com total lealdade e compromisso, como é matriz desta instituição.”

Nota da Cáritas Diocesana do Funchal

texto por Diogo Paiva Brandão
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