JMJ Lisboa 2022 |
Conferência de D. Américo Aguiar em Torres Vedras
“Organizar a melhor JMJ de sempre”
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“Temos o encargo de organizar a melhor Jornada Mundial da Juventude de sempre”, afirmou o novo Bispo eleito Auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar, durante a conferência ‘Deixa-te surpreender’, que decorreu no salão nobre do Centro Pastoral de Torres Vedras, no passado dia 15 de março.

D. Américo Aguiar, presidente do Grupo Renascença, é um dos responsáveis pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que vai decorrer em Lisboa em 2022. Um evento para o qual “vamos precisar da ajuda de todos, dos 8 aos 80”, afirmou. E se “nem todos servem para tudo, mas todos servem para alguma coisa”, o apelo à participação de todos e de cada um está lançado. “Como é que cada um de nós vai participar? Vamos ter que nos abrir às surpresas de Deus, deixar-nos surpreender”, afirmou o bispo, na certeza de que “vamos precisar de todos os braços e mais alguns para que tudo aconteça da melhor maneira”.

Em Lisboa, daqui a três anos, são esperados mais de um milhão de católicos. D. Américo Aguiar entende que o evento “é grande demais seja para que país for”. “E só é possível de acontecer se todos se derem totalmente e Deus providenciar o resto. É assim que há-de ser, se Deus quiser”, acredita.

Uma semana antes da jornada propriamente dita, os jovens vão começar a chegar a Portugal para conhecer as paróquias, as vigararias e as dioceses. “Eu estou convencido de que se nós tivermos aqueles números de que se fala, um milhão ou mais, vamos ter de os espalhar e vamos chegar a Torres Vedras”, afirmou D. Américo Aguiar. O que significa que será necessário acolher os participantes em casas de família e que as paróquias organizem um programa de visita para eles. “Queremos também que a jornada seja uma mostra de que Portugal é capaz e faz bem”, salientou D. Américo Aguiar, recordando a participação das empresas na visita do Papa Bento XVI ao Porto. O prelado garantiu ainda que “não vamos fazer nada para o qual não tenhamos os meios necessários. Queremos que o deve e o haver da jornada seja zero”.

A seu tempo, eventualmente “a partir do início do novo ano pastoral”, “vamos ser todos chamados para dar a nossa colaboração, a deixar a sua marca”, adiantou o Bispo eleito Auxiliar de Lisboa.

texto por Eunice Francisco, Jornal Badaladas
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