Lisboa |
Visita Pastoral à Paróquia do Parque das Nações
Desafiados à missão
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“Uma paróquia que saia de si e vá ao encontro dos outros. Que não seja uma paróquia que se feche sobre si própria e sempre com a perspetiva missionária, evangelizadora, em saída”. Este foi o desafio deixado pelo Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Daniel Henriques, durante a Visita Pastoral à Paróquia do Parque das Nações, entre 19 e 24 de março.

Na opinião do pároco, cónego Paulo Franco, a “atitude de escuta, o desejo de conhecimento da realidade e a sensibilidade para uma maior atenção a uma Igreja em saída”, foram os traços mais importantes da Visita Pastoral de D. Daniel Henriques. “A atitude humilde do senhor D. Daniel, perante a comunidade, sem querer impor o que quer que seja, mas querer dispor-se a fazer um caminho conjunto, dando luz a esse caminho que somos chamados a fazer” foram a “grande marca”, realça o sacerdote, ao Jornal VOZ DA VERDADE.

Durante os cinco dias, para além de conhecer os diferentes grupos desta recente paróquia, na Vigararia Lisboa II, o Bispo Auxiliar de Lisboa visitou dois colégios privados, duas escolas públicas, as instalações da junta de freguesia e ainda uma creche e um lar, que são acompanhados pela comunidade paroquial. Houve também oportunidade para visitar e benzer as novas instalações do Hospital CUF Descobertas.

Segundo o cónego Paulo Franco, o Bispo Auxiliar de Lisboa pôde encontrar uma paróquia com “três características muito particulares”: “Em primeiro lugar, uma paróquia jovem, onde a presença de crianças, adolescentes, jovens e casais novos é, de facto, muito significativa, com tudo o que isso significa de entusiasmo, vida comunitária, uma certa atualidade da linguagem, dos meios pastorais que se utilizam na paróquia; em segundo lugar, o protagonismo dos jovens, uma vez que as crianças, os adolescentes e os jovens têm, nesta paróquia, protagonismo na vida pastoral e no Espírito evangelizador da Igreja; por último, uma dimensão comunitária forte, apesar de ser uma comunidade bastante alargada, com números elevados de pessoas envolvidas nos vários ambientes pastorais da paróquia, não significa que seja uma paróquia dividida nos seus grupos ou movimentos. Sente-se uma dimensão comunitária forte, um projeto comunitário conjunto”, sublinha o pároco, reconhecendo que “existem ainda desafios”. “Esta é uma paróquia que continua a ser muito desafiada à evangelização e à missão, num território que ainda é campo de missão”, assegura.

texto por Filipe Teixeira; fotos por Daniela Calças
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