Lisboa |
Núcleo do Oeste do CNE celebra 50 anos
“A magnífica aventura do escutismo no Oeste”
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O Cardeal-Patriarca de Lisboa foi um dos cofundadores do Núcleo do Oeste do CNE - Corpo Nacional de Escutas e presidiu à celebração do início das comemorações do cinquentenário, recordando a “característica” dos agrupamentos do núcleo, “que se mantém hoje”, de fazer “trabalho em conjunto”.

“Uma característica deste núcleo é que era tudo muito em conjunto. É uma característica que se mantém até hoje. Como uns [agrupamentos] deram origem a outros, e foi tudo assim a pouco e pouco, mantiveram-se muito unidos, os dirigentes e os próprios escuteiros. Lembro-me que nesses anos, praticamente todos os anos tínhamos atividades conjuntas”, recordou D. Manuel Clemente, na celebração do passado dia 1 de novembro, no Pavilhão Polivalente de Peniche. Destacando a “magnífica aventura do escutismo no Oeste”, o Cardeal-Patriarca reconheceu “como Deus trabalhou aqui”. “Tudo isto que faz bem às pessoas já sabemos qual é a sua origem: é o próprio Deus”, frisou.

As comemorações do cinquentenário do Núcleo do Oeste – que hoje reúne 34 agrupamentos –, vão-se prolongar ao longo de 2022 com diversas atividades e tiveram início com a cerimónia de abertura, a que se seguiu a Eucaristia, onde o Cardeal-Patriarca disse estar “com muita alegria”, pela ligação que tem ao núcleo. “Isto traz à ideia muitas ocasiões, sobretudo aquelas que acompanhei no núcleo ainda antes de ele existir oficialmente, e já depois de ele existir. Portanto, desde meados dos anos 60, até ao final dos anos 70, foram 15 anos em que eu quase fui profissional do escutismo, porque a implantação do movimento aqui, no Oeste, me ocupou muito tempo e muita entrega”, partilhou D. Manuel Clemente, recordando que o núcleo “começou muito pequenino”. “Nos anos 60, não havia escutismo entre Lisboa e Leiria. Havia qualquer coisa em Sintra, mas, para cima, nada. Em 1964, havia em Torres Vedras e no Seminário de Penafirme, mas eram só dois agrupamentos num espaço tão grande, que resolvemos alargar”, justifica. A história conta que, nessa época, “chegaram alguns pedidos”, nomeadamente “de Óbidos”, mas também “de Alcobaça, da Freiria e da Lourinhã”, para ser dada “uma ajudinha”. “Foi assim, a pouco e pouco, que o escutismo se foi espalhando pelo Oeste. De Óbidos mais tarde passou para Caldas e mais tarde ainda para Peniche e, em 1974-75, para Mafra. Tudo isto é muito evocativo, como podem imaginar, para quem esteve de alma e coração, nessa altura da sua juventude, a colaborar com outros para que este maravilhoso Núcleo do Oeste fosse adiante como foi”, destacou o Cardeal-Patriarca.

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