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São Jorge reúne três mil escuteiros em Loures
“Não tenhamos medo de correr o risco de ter fé”
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O Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes garantiu aos escuteiros que “Jesus acompanha-nos” no “caminho de fé”. Após dois anos, os ‘escutas’ da Região de Lisboa encontraram-se na celebração do patrono, São Jorge.

Foram três mil escuteiros, de 60 agrupamentos, que participaram no São Jorge 2022, no sábado 23 de abril, no Parque Adão Barata, em Loures. Um número mais baixo do que nas edições anteriores, explicado pelo feriado do 25 de abril. “O fim-de-semana grande foi aproveitado por vários e bons agrupamentos para fazerem acampamento. Tivemos menos participação, mas foi por uma boa causa… se ficassem em casa, ficávamos tristes, mas de facto as pessoas estão muito cheias de saudades de acampamentos, de fogos de conselho, de fazer as fogueiras, de montar as tendas”, assinala, ao Jornal VOZ DA VERDADE, o chefe regional de Lisboa do CNE - Corpo Nacional de Escutas, João Esteves. Apesar de tudo, “o balanço do São Jorge é bastante positivo”. “Os jogos e a Eucaristia correram muito bem. A única coisa menos boa foi a chuva, mas curiosamente, na consagração, durante da Missa, acabou a chuva e foi sol o resto do dia”, refere este responsável, sublinhando que, durante a tarde, as três primeiras secções “fizeram jogos”, enquanto “a quarta fez serviço numa escola de Loures, com umas pinturas”.

O São Jorge 2022 teve como tema ‘Olimpo, morada dos deuses’ e durante a Eucaristia, de manhã, D. Joaquim Mendes sublinhou que “sem a fé em Jesus ressuscitado, não se é cristão”. “A fé é um caminho que, por vezes, não é fácil nem linear. É caminho que não está isento de dúvidas, de dificuldades, mas Jesus acompanha-nos neste caminho”, garantiu, deixando “três indicações para este caminho da fé”: “O desejo de encontro com Jesus ressuscitado, escutando, acreditando e deixando-se guiar por naqueles que já O encontraram”; o “caminhar em comunidade”; e a “fidelidade a Jesus Cristo, ao Evangelho, e à nossa identidade de cristãos”. “Ontem, tal como hoje, ser crente, ter fé, implica necessariamente risco, mas não tenhamos medo de correr esse risco, porque Ele faz parte da nossa identidade de cristãos, de discípulos de Jesus”, frisou o Bispo Auxiliar de Lisboa.

texto por Diogo Paiva Brandão; fotos por CNE Região de Lisboa
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