JMJ Lisboa 2023 |
Bênção e inauguração da sede da JMJ Lisboa 2023
JMJ: o “sonho” do Papa Francisco
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O substituto da Secretaria de Estado do Vaticano, D. Edgar Peña Parra, presidiu, no dia 12 de maio, à bênção e inauguração da nova sede da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa, e destacou que o acontecimento de agosto de 2023 é “sonhado” pelo Papa Francisco, que “não se cansa de procurar e encontrar os jovens”. O Santo Padre “sonha a Igreja com os seus Pastores, esperando vivamente que os jovens acolham o convite para virem a Lisboa; sonhais vós, mais diretamente envolvidos na organização, que tendes dado o melhor de vós mesmos para uma JMJ à medida das expetativas melhores da Igreja e da sociedade; e sonham também os jovens que anseiam por se reunir em Lisboa partilhando a alegria da fé com os seus coetâneos do mundo inteiro”, disse D. Edgar Peña Parra, na presença do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, do Núncio Apostólico, D. Ivo Scapolo, do Embaixador de Portugal junto da Santa Sé, Domingos Fezas Vital, do presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, do coordenador do Grupo de Projeto JMJ Lisboa 2023, José Sá Fernandes, de membros da equipa do COL da JMJ Lisboa 2023 e de voluntários.

 

Numa alusão às antigas funções do edifício da Antiga Manutenção Militar de Lisboa, no Beato, e que agora alberga a sede da JMJ, o responsável do Vaticano frisou que naquele espaço dedicado, em tempos, a “reparar material que necessitava de intervenção humana para poder voltar ao serviço” e onde se “requeria não só sabedoria e competência, mas também espírito de entreajuda, colaboração leal, fortaleza e espírito de sacrifício”, volta a exigir o “mesmo”, para quem agora tem a missão de organizar a JMJ Lisboa 2023. “A verdadeira sabedoria, que provém de Deus para se conseguir planear tudo com realismo e eficácia; o espírito de entreajuda, pois ninguém conseguiria sozinho planear e organizar evento tão complexo; uma colaboração leal entre todos, que deve nascer da comunhão fraterna que há de animar a atividade de todo o cristão; e sobretudo requer-se fortaleza e espírito de sacrifício para não esmorecer com as dificuldade mas olhar com alegria e sentido sobrenatural os momentos e circunstâncias difíceis que não vos faltarão”, enumerou o arcebispo venezuelano.

 

D. Edgar Peña Parra salientou ainda que, “neste momento especial, depois de uma pandemia, e no meio de uma guerra”, os desafios são muitos, pelo que convidou a “trabalhar juntos”, numa “colaboração leal entre todos”. “Cada vez que a pessoa humana tem na frente um objetivo importante, histórico e transcendental, encontra dificuldades, muitas. Mas com a perseverança, com a constância, e com a fé, podemos ir para a frente”, observou o substituto da Secretaria de Estado do Vaticano. 

 

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu, na tarde de 12 de maio, o substituto da Secretaria de Estado do Vaticano, no Palácio de Belém.

 

O Primeiro-Ministro, António Costa, recebeu D. Edgar Peña Parra, na residência oficial, em São Bento, a 12 de maio.

 

Na manhã do dia 12 de maio, D. Edgar Peña Parra teve uma audiência com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.

 

Na companhia do presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão, o arcebispo venezuelano visitou o Parque Tejo, onde observou o projeto para acolher, em agosto de 2023, os jovens de todo o mundo.

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