Lisboa |
Presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023 escreve ao clero diocesano
“Que as paróquias se sintam convocadas e enviadas nesta missão”
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O presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023 escreveu ao clero do Patriarcado, lembrando que “a nossas comunidades paroquiais, bem como outras realidades eclesiais, são estruturas estratégicas e fundamentais na realização deste acontecimento”.

“A JMJ assenta no envolvimento laical de toda a Igreja, por isso é fundamental que a sua comunidade (crianças, jovens, adultos, famílias, etc.) se sinta convocada e enviada nesta missão. Todos se devem considerar voluntários e corresponsáveis com a Jornada Mundial da Juventude, bem como seus ‘Embaixadores’ e ou ‘Influencers’”, referiu D. Américo Aguiar, numa carta enviada recentemente aos padres. A missiva destaca que, “neste momento”, os COP’s (Comité Organizador Paroquial) estão a fazer “a identificação de potenciais espaços de acolhimento comunitário (para grupos de peregrinos)” e, “no próximo mês de setembro, a tarefa será a captação de famílias de acolhimento (que se disponibilizem a receber peregrinos em sua casa)”. “É fundamental que a Paróquia estabeleça relações próximas e positivas com as entidades públicas e privadas da sua área geográfica, pois todos são necessários e importantes para a realização JMJ, sempre com um espírito generoso, colaborativo e disponível”.

A carta recorda ainda que, “durante a semana da Jornada, a Paróquia torna-se a Comunidade de referência de determinado grupo de peregrinos”. “Por isso, é fundamental motivar a Comunidade Paroquial para esta missão, quer no que diz respeito à logística, quer no que diz respeito à pastoral”, lembra D. Américo Aguiar. “É sempre uma emoção passar junto de uma das nossas igrejas ou edifícios pastorais e ser brindado com uma tarja ou pendão alusivo à JMJ LISBOA 2023… umas bem distantes da nossa geografia dizem: ‘A JMJ LISBOA 2023 começa aqui...’ e é bem verdade”, acrescenta.

O presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023 sugere ainda que os pedidos que cheguem às paróquias de “grupos ou pessoas de outros países” para serem acolhidos sejam “encaminhados para o COL (Comité Organizador Local da JMJ)”, para centralizar “toda a logística”. “Deverá evitar comprometer-se no acolhimento desses grupos”, alerta.

A missiva termina com a informação de que, “a partir de agora”, os padres vão “começar a receber mais informação sobre a Jornada” para ser “divulgada pelos canais próprios da Paróquia”, e o convite a “visitar a nossa Sede, nas antigas instalações da Manutenção Militar no Beato (em Lisboa)”. “Pedimos que reze com a sua Comunidade pela JMJ”, termina a carta de D. Américo Aguiar.

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