JMJ Lisboa 2023 |
Símbolos da JMJ na Diocese de Lamego
A JMJ chegou a toda a gente
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Desde o dia 2 de julho que os símbolos da JMJ estão a peregrinar “noite e dia” por todas as zonas pastorais da Diocese de Lamego. Prestes a terminar a passagem por esta diocese (31 de julho), o balanço mostra largas “multidões” de jovens, e menos jovens, que se reuniram “em torno de um objetivo”: a JMJ Lisboa 2023. Para além do “muito sono”, provocado pelas 24 sobre 24 horas de peregrinação, verificou-se também “muita vontade de todos” em trabalhar para esta iniciativa, segundo refere o coordenador do COD de Lamego, padre Luís Rafael. “De facto, as comunidades ficaram sensibilizadas. Claro que já se ia falando, mas sentíamos que a mensagem estava a chegar principalmente aos jovens. Neste momento, a JMJ chegou a toda a gente. Não passou ao lado a ninguém”, assegura o responsável, revelando que o objetivo é conseguir famílias de acolhimento para todos os peregrinos que chegarem em 2023. “Esta peregrinação está a servir para isso”, acrescenta.

 

A forte mobilização foi uma surpresa, até para a própria organização. “Quando começámos a peregrinação, no dia 2 de julho, pensámos que ia ser mais complicado. À medida que avançámos no calendário, fomos percebendo que esta é uma missão que não é apenas do COD, mas que foi sendo assumida pelas comunidades a quem nós pedimos”, conta o padre Luís Rafael. E até para o próprio COD esta está a ser uma experiência muito próxima de uma JMJ. “Quando saímos de casa, não sabemos onde vamos comer e onde vamos dormir. E as portas abrem-se. A Providência resolve!”, garante.

 

Recentemente, no dia 17 de julho, a cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora ‘Salus Populi Romani’ peregrinaram pelas ruas de Castro Daire. Nestes momentos, que também têm contado com a presença do Bispo de Lamego, D. António Couto, e do presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, os jovens têm manifestado muita alegria por terem, nas suas terras, os símbolos “que já percorreram o mundo inteiro”.

Para Vanessa Nunes, do COP de Castro Daire, “não há ninguém que tenha ficado indiferente”. “Todos cantam e dançam ao som do hino, e todos querem fazer parte desse grande encontro mundial entre os jovens e o Papa Francisco”, salienta. Vanessa destaca ainda que a passagem dos símbolos por Castro Daire foi muito positiva e deixou nos jovens “um rasto de luz e de amor que continua a iluminar e incendiar os nossos corações e a espalhar esta felicidade ao nosso redor”.

 

O coordenador do COD de Lamego considera que esta peregrinação veio contribuir para tornar “cada vez mais claro o papel que cada um vai ter nesta JMJ”. Por um lado, para os jovens, “fica claro que é para todos irem a Lisboa”; e, por outro, para as famílias que, “não sendo possível irem a Lisboa, podem receber os peregrinos nos ‘Dias nas Dioceses’”, aponta o padre Luís Rafael.

Este responsável conta que tem vivido estes dias “de coração cheio”. “Tantas vezes nos ‘esfarrapamos’ e não vemos nada, mas, neste caso, e para nosso descanso, isso está a ser reconfortante porque sentimos que houve esforço, dedicação e superou as nossas expectativas. Esperávamos que fosse bom, mas não esperávamos que fosse tão bom!”, conclui, deixando ainda um convite às próximas dioceses que receberem os símbolos da JMJ: “Esta é uma oportunidade que não pode passar ao lado”.

 

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1.387 Kms percorridos

114 Paróquias visitadas

135 Instituições e Associações envolvidas

720 Horas seguidas de presença dos símbolos

34 Outdoors

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