JMJ Lisboa 2023 |
Diocese de Setúbal
Símbolos da JMJ voltam ao Tejo e seguem caminho para a Vigararia de Almada
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Após percorrerem a Vigararia do Montijo, os Símbolos da JMJ seguiram, no dia 12 de novembro, para a Vigararia Barreiro/Moita, tendo iniciado a peregrinação com a sua exposição no centro comercial Retail Park, um “templo do comércio”, como foi descrito pelo Pe. Tiago Veloso à Agência Ecclesia.

Ao som de jovens músicos locais, a Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani seguiram em procissão marítima pelo Tejo, fazendo a travessia entre o Montijo e a Moita. “É o nosso rio, são as nossas Jornadas, é Portugal”, afirmou Rui Mira, do Município da Moita, relembrando que esta é uma forma de “mostrar as nossas tradições na Moita que são os barcos, e o rio Tejo”.

Nos dias seguintes, privilegiaram-se as visitas às escolas, a equipamentos municipais e entidades da Proteção Civil, bem como os momentos de adoração, confissão, procissão e Eucaristia na presença dos Símbolos da JMJ junto dos jovens e das Paróquias.

No dia que se seguiu, a Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora marcaram presença no Mercado Municipal do Barreiro, fazendo jus ao que o Pe. Tiago Veloso referiu à Agência Ecclesia: “Temos de ir para a rua, é lá que estão as pessoas (…) Temos de fazer como Jesus, ir ao encontro onde menos se espera. Aqui estamos nós para isso”.

A presença em Almada culminou com uma peregrinação ao Cristo-Rei para celebrar a Jornada Diocesana da Juventude, iniciativa que juntou 900 participantes de toda a diocese. Na homilia da eucaristia final, D. Américo Aguiar, presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, fez um pedido especial aos jovens, para que “tenham a coragem de sonhar”, e a “força para lutar”, depois de saberem “qual é o sonho que Deus tem para cada um”. D. Américo Aguiar salientou ainda que os Santuários de Fátima e de Cristo Rei “serão dois pulmões, duas marcas, referências muito importantes para os jovens”.

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