Ano da Fé |
Acreditar com o Concílio
Maria participa da glória de Cristo Ressuscitado
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|Lumen Gentium, nº59|

“Foi da vontade de Deus manifestar solenemente o sacramento da salvação humana só depois de ter enviado o Espírito prometido por Jesus. Por isso, vemos que os Apóstolos, antes do dia do Pentecostes, «todos unidos pelo mesmo sentimento, se entregavam assiduamente à oração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, Mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus» (Act. 1,14); e vemos também Maria, implorando com as suas preces o dom do Espírito, que já na Anunciação a tinha coberto com Sua sombra. Finalmente, a Virgem Imaculada, que fora preservada de toda a mancha de culpa original, terminando o curso da sua vida terrena foi levada à glória celeste, em corpo e alma, e exaltada pelo Senhor como Rainha do Universo, para que se parecesse mais com o seu Filho, Senhor dos senhores (cf. Ap. 19,16) e vencedor do pecado e da morte”.

 

|Comentário do Cardeal D. José Policarpo|

Maria participa, com a sua graça própria, no nascimento da Igreja. A comunicação do Espírito Santo aos discípulos de Cristo é a verdade definitiva da Igreja. Unidos a Jesus, os discípulos reunidos em Igreja, mergulham no amor da Santíssima Trindade. Esse é o objetivo de Deus na obra de salvação realizada por Cristo: levar à comunhão de amor entre os homens e Deus, Trindade Santíssima.

Toda a vida de Maria foi marcada pela vivência deste mistério. O Espírito Santo ela conhece-o bem, na sua experiência de fé e de fidelidade. É o Espírito Santo que a santifica desde o primeiro momento da sua existência; conceberá o Seu Filho, porque é envolvida pelo Espírito de amor, sendo a primeira a experimentar que só o amor de Deus nos fecunda e nos transforma. Todo o seu caminho de fidelidade, em silêncio, é obra do Espírito Santo nela. É essa intimidade com o Espírito Santo que o Anjo saúda nela, saudando-a como a “cheia de graça”. Deus está encantado contigo, desse-lhe o Anjo. É a primeira vez que tal pode ser dito de uma criatura.

No Pentecostes Maria está com a Igreja, como modelo e exemplo. É como se dissesse aos discípulos: acolhei em vós aquele Espírito que em Mim já fez maravilhas. Tudo o que o Espírito quer fazer na Igreja, já o fez em Maria. É por isso que na nossa caminhada de santidade, muito nos ajuda e fortalece fazê-la com Maria, contemplando o mistério de amor nessa mulher. Também como modelo da ação do Espírito ela é nossa Mãe, ela é Mãe da Igreja.

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