Missão |
Afonso Geraldes de Frias Gomes, do Projeto SABI
“O amor é a chave no encontro da felicidade”
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Afonso Geraldes de Frias Gomes nasceu a 7 de setembro de 1992. Começou a escolaridade no Colégio Planalto e terminou o ensino secundário na Escola Secundária Vergílio Ferreira na área de Ciência e Tecnologias. Em 2010, entrou no Instituto Superior Técnico para estudar Engenharia Civil. Hoje trabalha na Fidelidade. Durante o curso teve oportunidade de realizar Erasmus no Politécnico de Milão, uma experiência “de grande crescimento pessoal e abertura de horizontes proporcionadas pelo contacto com várias culturas e também com um primeiro contacto com uma vida independente.”

 

O Projeto SABI

Em 2016, Afonso conheceu o Projeto SABI, um projeto de voluntariado jovem que surgiu da geminação entre as Paróquias do Parque das Nações, em Lisboa, e a Paróquia de Santana, em São Tomé e Príncipe.

A par da dimensão de voluntariado internacional, o Projeto SABI também foi e é para Afonso uma oportunidade de reaproximação e reencontro com Deus. É um projeto missionário com a proposta de, durante um ano, proporcionar aos seus voluntários uma caminhada de preparação para uma missão, que decorre no final da caminhada, em Agosto. Nesta caminhada que tem como horizonte a partida para São Tomé e Príncipe, existem várias etapas e vários desafios. Um dos desafios foi realizado no passado verão, numa missão de 15 dias na Casa Mãe do Gradil, uma instituição no concelho de Mafra que acolhe raparigas menores que são retiradas às famílias. Afonso e outros quatro voluntários do Projeto SABI foram desafiados a dinamizar o tempo de férias destas crianças e jovens com uma série de atividades desde idas à praia, vários jogos, dinâmicas de grupo, passeios e momentos de oração. Afonso recorda assim este tempo: “não foi uma missão fácil. Cada uma das crianças tem a sua história, as suas defesas e barreiras que por vezes tornam difícil uma aproximação nossa e confiança por parte delas. Noutros casos, pelo contrário, a solicitação é enorme e cinco voluntários parecem não ser suficientes para todo o amor que desejávamos distribuir.” Foi um tempo muito rico de partilha e crescimento pessoal e coletivo: “procurámos transmitir os valores do projeto e da Igreja mas acima de tudo procurámos dizer-lhes que somos iguais, que o nosso passado não define o nosso futuro e que o amor é a chave no encontro da felicidade.”

Afonso sabe que esta experiência marcou a sua caminhada e marcará certamente os seus próximos passos no futuro: “Regressámos com um misto de alegria pelo sentimento de missão cumprida, mas também de tristeza por quebrarmos uma ligação que nos marcou. Confiamos que deixámos uma semente que, combinada com a enorme força interior que descobrimos dentro delas, será um ponto de partida para um futuro mais sorridente”.

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