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Bible Challenge - nº19
Maria Luísa Vaz Pinto, economista
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Olá a todos. Começo por agradecer à minha amiga de longa data, a Emília Nadal, que indicou o meu nome para continuar a meditação sobre a Palavra.

No tema que eu escolhi, a palavra chave é misericórdia. É um tema que eu gosto muito e, há dois anos, foi o tema escolhido pelo Santo Padre: o Ano da Misericórdia. E dentro das parábolas da misericórdia – que são, todas elas, lindíssimas –, eu escolho a do filho pródigo (Lc 15, 11-32).

Porque é que esta parábola me emociona tanto? Primeiro, porque me identifico muitas vezes com qualquer um dos filhos, tal como todos nós. Por vezes andamos mais afastados do pai e quando sentimos aquela necessidade absoluta de conforto, de reencontro, de amor, voltamos. Por outro lado, também como o filho mais velho, por vezes achamos somos muito bonzinhos, que temos o direito a tudo e, de repente, a vida nem sempre é fácil e quando nos aparecem as dificuldades, os desgostos, as perdas, nós pensamos: ‘Mas o que é isto? Sempre fiz, ou pareceu-me fazer, o mais possível a vontade de meu pai e agora aparece-me isto na minha vida?’. O engraçado é que eu, no meio disto tudo, desta parábola e deste pai fantástico, que vem sempre ao encontro do filho, enquanto estou na posição de qualquer dos filhos o Pai nunca me abandonou, e vem sempre ao meu encontro e chamar-me à atenção e mostrar-me outras perspetivas e outras maneiras de ver os acontecimentos. Tive uma experiência fortíssima na minha vida, que foi a perda de uma pessoa muito querida, e de facto, aí, a misericórdia de Deus manifestou-se de uma forma grandiosa, como só Ele sabe. Porque me deu a força, porque me deu a esperança de um reencontro na outra vida, porque me deu todo o amor que eu, naquela altura, estava precisada. Nunca me abandonou. Por isso é que eu gosto tanto desta parábola, como de outras tantas da misericórdia de Deus.

Continuando o desafio, deixo-o a uma grande amiga minha, a Nini Pardal, para continuar com esta meditação sobre a Palavra de Deus.

 

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