Lisboa |
Visita Pastoral a Ponte do Rol
“Servi com alegria e sem constrangimento”
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Na Visita Pastoral à Paróquia de Ponte do Rol, o Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes convidou os cristãos a “servir com alegria” e a “cuidar dos mais frágeis”, como “sinal do amor de Deus”.

 

Na celebração de encerramento da Visita Pastoral à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Ponte do Rol, que decorreu de 1 a 4 de março, D. Joaquim Mendes agradeceu à comunidade “o acolhimento fraterno, a proximidade, a comunhão e a colaboração na missão da Igreja”, bem como “o acolhimento das empresas e instituições” que visitou ao longo dos quatro dias. “Dou graças a Deus pelo espírito cristão que as anima, pelo bem que realizam, e pela dedicação com que o fazem”, frisou, na celebração conclusiva da visita, na igreja paroquial, no passado Domingo. O Bispo Auxiliar recordava-se, em particular, das visitas que realizou, na manhã do passado dia 2, à empresa familiar Intercereais do Oeste, sediada no Casal Moinho de Frade, que iniciou a sua atividade em 1990 e se dedica à seleção e embalamento de cereais para alimentação animal, à Associação de Solidariedade e Ação Social (A.S.A.S.) de Ponte de Rol, uma instituição de utilidade pública, onde contactou com os idosos do centro de dia, mas também a uma casa de repouso e a um lar, além da junta de freguesia local.

Na Eucaristia, D. Joaquim Mendes deixou à comunidade cristã o convite a servir com alegria. “Agradecer a colaboração de todos os que servem a comunidade na catequese, no serviço litúrgico, nas associações e movimentos, no cuidado pelos espaços de culto, na organização das festas da comunidade e na promoção dos valores e da cultura. Continuai a fazê-lo com alegria, porque “Deus ama a quem dá com alegria” (2 Cor,7). Servi com alegria e sem constrangimento, com os olhos e o coração no Senhor, por amor a Ele e aos irmãos. Cuidai uns dos outros, nomeadamente dos mais frágeis, como os idosos e os doentes. Que eles sintam a proximidade da comunidade cristã, como sinal do amor de Deus”, desejou D. Joaquim Mendes, que durante a Visita Pastoral manteve encontros com o conselho económico e paroquial, a direção do salão paroquial-cultural, a catequese, os movimentos e os escuteiros.

 

Da Palavra à missão

A celebração de encerramento da Visita Pastoral a Ponte do Rol teve lugar no Domingo III da Quaresma, com o Bispo Auxiliar a recordar o tema do ano pastoral no Patriarcado de Lisboa, ‘Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé’. “Que a Palavra de Deus escutada com o coração vos leve à missão: à edificação da comunidade; à vida em Cristo e com Cristo; à constituição de famílias fortes e fiéis na fé; ao anúncio e testemunho do Evangelho; à transmissão da fé às novas gerações. Unidos a toda a comunidade diocesana, procurai «fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé», recolocando a Palavra de Deus no centro da vossa vida e da vida e missão da comunidade, aprofundando o seu conhecimento, promovendo a sua leitura orante em família, em grupos e na comunidade, para serdes uma comunidade viva, evangelizada e evangelizadora, edificada sobre a rocha da Palavra de Deus, firme e fiel a Cristo”, apelou.

 

Acompanhar

O pároco de Ponte do Rol, frei José Quintã, faz um balanço “muito positivo” da Visita Pastoral de D. Joaquim Mendes, “pelo parecer de muitas pessoas, pelo que elas viram e testemunharam”. “A comunidade acolheu muito bem o senhor Bispo, com alegria, com esperança”, observa ao Jornal VOZ DA VERDADE. Ao longo dos quatro dias de visita, o objetivo foi “mostrar ao senhor Bispo a realidade das pessoas, como elas vivem, como trabalham”.

Ponte do Rol é uma freguesia portuguesa do concelho de Torres Vedras, com pouco menos de dez quilómetros quadrados de área e cerca de 2500 habitantes, segundo o INE. Frei Quintã, que pertence à Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), está presente nesta paróquia desde setembro de 2016. “A prioridade tem sido acompanhar as pessoas e os grupos paroquiais, em especial a catequese, atualmente com cerca de 120 crianças e adolescentes a cargo de 10 catequistas, e os escuteiros, que têm entre 40 a 50 elementos”, explica o pároco franciscano, de 47 anos.

texto por Diogo Paiva Brandão; fotos por Diogo Paiva Brandão e Jornal Badaladas
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