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Despedida de D. Nuno Brás do Patriarcado de Lisboa
“O nosso D. Nuno é um homem que não está parado, nem física, nem intelectual, nem espiritualmente”
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O Cardeal-Patriarca de Lisboa destacou “a facilidade” que D. Nuno Brás tem “em estar, em conviver, em ir ao encontro”. Foi na celebração de agradecimento e despedida do antigo Bispo Auxiliar de Lisboa, que o Papa Francisco nomeou Bispo do Funchal.

“O nosso D. Nuno é um homem que não está parado, nem física, nem intelectual, nem espiritualmente, como padre e depois como bispo, aqui, na nossa diocese – onde é que ele não foi, onde é que ele não andou? –, na sua facilidade e gosto de convívio”, começou por lembrar D. Manuel Clemente, na celebração de agradecimento e despedida de D. Nuno Brás, que o Papa Francisco nomeou, no passado dia 12 de janeiro, Bispo do Funchal. No oratório do Seminário dos Olivais, no passado dia 7 de fevereiro, o Cardeal-Patriarca recordou também as conversas que manteve, nos últimos anos, com o Bispo eleito do Funchal a propósito das Visitas Pastorais. “É muito interessante ouvir os relatos, especialmente das Visitas Pastorais em que ele andou, e como as pessoas notam isso, a sua facilidade em estar, em conviver, em ir ao encontro”, assinalou.

Nesta celebração, a que se seguiu um jantar festivo, o Cardeal-Patriarca não esqueceu a colaboração que D. Nuno Brás manteve, durante vários anos, com o Jornal VOZ DA VERDADE:  “Escreveu tão bem e há-de continuar a escrever, não só nos seus trabalhos académicos, mas nas suas meditações que foi compartilhando no nosso semanário, a Voz da Verdade, e que até será bom reeditar, no seu conjunto, o seu pensamento”.

Perante muitos sacerdotes, familiares e amigos do antigo Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Manuel Clemente disse ainda acreditar que a Diocese do Funchal vai beneficiar com a chegada do novo Bispo. “Que enfase e interesse ele pôs – e estão aqui vários colegas nossos, que o acompanharam e que ele acompanhou nas reuniões de vigararia –, sempre com atenção ao magistério da Igreja, ao aprofundamento doutrinal. Tudo isto ele leva como chagas ressuscitadas, como toques vivos onde a vida acontece para a nossa querida diocese irmã do Funchal, que vai lucrar muito com isso”, considerou.

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