Lisboa |
Aniversário da Dedicação da Sé Patriarcal de Lisboa
Uma cidade “respeitadora de quem está e acolhedora de quem chega”
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O Cardeal-Patriarca pediu aos cristãos para acolherem a “centena de povos residentes” em Lisboa e “o que cada um transporta de próprio e positivo”. D. Manuel Clemente presidiu à Solenidade da Dedicação da Sé de Lisboa.

“Com uma centena de povos residentes, acolhamos o que cada um transporta de próprio e positivo, para o enriquecimento sociocultural do todo. Cresçamos em humanidade, como a humanização de Deus em Cristo nos impele a crescer.  Em cada um e cada uma, venha de onde vier, haverá uma pedra viva do seu templo eterno”, apelou o Cardeal-Patriarca de Lisboa, na celebração na Sé, no passado dia 25 de outubro.

Para D. Manuel Clemente, a cidade de Lisboa há de ser “respeitadora de quem está e acolhedora de quem chega”. “Também na sua história, corretamente contada, avultarão os momentos de inclusão, mais do que os de exclusão, que infelizmente não faltaram. Valorizemos para o futuro o que se conseguiu apesar de tudo, como o melhor de si própria”, salientou. “E saibamos traduzir isto mesmo em condições de vida e convivência, mantendo e alargando vizinhanças, garantindo habitação e saúde, educação e bem-estar, incluindo quem chega sem esquecer quem já está e não pode ser sacrificado por ganhos alheios, que redundariam em desumanização de todos. Uma cidade é um corpo vivo de gente convivente e para tal é necessário que quem a visita encontre antes de mais os seus habitantes, onde estão e como gostam de estar. Só assim ganhamos todos, como os órgãos de um corpo, saudáveis no conjunto”, acrescentou.

Paralelamente ao aniversário da Dedicação da Sé, os cristãos são convidados a dedicarem-se “com ela, personalizando o templo que tanto se alonga como alarga”. “No coração da Sé está o altar em que Cristo se oferece. No coração da cidade estaremos hoje nós, consagrados em Cristo para o bem de todos”, terminou.

foto por Arlindo Homem
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