Lisboa |
197.ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa lembrou JMJ Lisboa 2022
“Um acontecimento social como nunca houve”
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“Uma realidade como nunca tivemos em Portugal, na Igreja e na sociedade”. É desta forma que o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) vê a Jornada Mundial da Juventude que Lisboa vai receber em 2022.

“É uma realidade como nunca tivemos em Portugal, na Igreja e na sociedade, e é bom que todos tenham consciência disso, como as próprias autoridades têm, do Estado e das autarquias”, afirmou D. Manuel Clemente, na conferência de imprensa conclusiva da 197.ª Assembleia Plenária da CEP, que decorreu de 11 a 14 de novembro, em Fátima. O presidente da CEP destacou que a primeira edição internacional de uma JMJ em território português representa um grande “esforço logístico” que vai desafiar as autoridades religiosas e civis. “Isto não é só um acontecimento religioso, é um acontecimento social como nunca houve”, insistiu, apontando a uma participação na ordem de um a dois milhões de jovens. “Daqui a dois anos e meio, um país que tem dez milhões de habitantes vai contar com um a dois milhões de jovens vindos de todo o mundo”, reforçou. Segundo referiu D. Manuel Clemente, “atendendo ao que tem acontecido nas outras jornadas, o orçamento será para cima de 50 milhões de euros”, sendo que a organização portuguesa espera que “uma boa parte” do investimento seja reembolsado “pelas inscrições” dos jovens que vão participar no evento.

Sobre a eutanásia, o presidente da CEP garantiu que a Igreja não vai pedir um referendo. “Que a Igreja o peça diretamente, não está na nossa agenda. Agora, que o assunto seja debatido, seja aprofundado e que se tome bem consciência por parte dos legisladores do que é que está em causa, isso faremos todo o possível”, afirmou, sublinhando que “isto é um tema que nos toca a todos como seres humanos, extravasa em muito o âmbito confessional estrito”, além de ser “muito importante e grave”.

Segundo o comunicado final da Assembleia Plenária da CEP, a primeira na presença do novo Núncio Apostólico, D. Ivo Scapolo, foram aprovadas “a nova edição portuguesa do Missal Romano, que seguirá o novo acordo ortográfico”, bem como “a proposta para que se inicie o processo das causas de declaração de São Bartolomeu dos Mártires e São Martinho de Dume como Doutores da Igreja”.

foto por Agência Ecclesia
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