Lisboa |
Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, na Sé de Lisboa
“Maria foi a alvorada luminosa dum inextinguível horizonte de esperança”
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O Cardeal-Patriarca garantiu que “a Luz de Cristo”, que despontou na Virgem Santa Maria, “vence toda a treva, convence todo o espírito e garante toda a esperança”. Na Solenidade da Imaculada Conceição, na Sé Patriarcal de Lisboa, D. Manuel Clemente destacou ainda o horizonte de esperança.

“Celebrar a Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, também como Padroeira de Portugal, desembacia-nos os olhos da alma na convicção de que a Luz de Cristo, que nela despontou, vence toda a treva, convence todo o espírito e garante toda a esperança. Assim a graça, que nela foi tão plena, nos faça coincidir, agora e sempre mais, com a vontade de Deus, que não desiste de recriar o mundo. Recomeça sempre no coração e na vontade de cada um de nós. Aconteceu em Maria, a Imaculada Conceição, para em Cristo nascer o homem novo em terra intacta. Acontecerá em nós, batizados desta geração, para nos renovarmos como humanidade também. Maria foi a alvorada luminosa dum inextinguível horizonte de esperança”, apontou o Cardeal-Patriarca de Lisboa, na Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria.

Na Sé Patriarcal de Lisboa, na manhã do passado dia 8 de dezembro, D. Manuel Clemente começou por responder sobre o que “pode e deve significar para todos” esta celebração. “Fundamentalmente, nós cremos e proclamamos que a Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, ou seja, o facto de ter sido concebida sem pecado original, foi preparação e fruto antecipado de algo de absolutamente único e definitivo. Para que dela viesse a nascer Jesus Cristo, redentor de todos e previamente seu”, referiu, recordando que “Ela foi sempre, desde a sua conceção, a ‘cheia de graça’, totalmente de Deus e imediatamente para Deus”. “Na Imaculada Conceição de Maria começa a despontar o Sol do mundo novo – Jesus Cristo, em cuja luz todas as coisas ressurgem e resplandecem”, afirmou o Cardeal-Patriarca.

Sublinhando ser “bom, verdadeiro e belo” meditar na Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, D. Manuel Clemente destacou a oração coleta da celebração. “Deixai-me insistir em que, sendo bom e belo meditar na Imaculada Conceição, celebrando-a tão solenemente como aqui fazemos hoje, é necessário que o final da oração coleta se realize sempre mais em cada um, ou seja, «a graça de chegarmos purificados junto de Deus». Haverá muito a purificar ainda, para cumprirmos aquela ordem que Maria nos deu em Caná, fazendo o que Cristo nos disser, sem adiamento ou distração. Quando fizermos tudo e sempre o que Cristo nos disser, celebraremos com maior correspondência e gratidão a Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria. Porque a graça que a criou imaculada tem a mesma Fonte divina que nos recriará a nós, se realmente o consentirmos”, apontou. “Não desistamos de prosseguir, com este horizonte de esperança, onde nunca se porá o Sol de Cristo”, acrescentou.

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