Lisboa |
D. Américo Aguiar celebrou Missa na capela da Renascença
Bispo Auxiliar de Lisboa garante ser “possível uma assistência e uma presença diferente”
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O Bispo Auxiliar de Lisboa D. Américo Aguiar considera que “a circulação do capelão hospitalar, a presença do capelão hospitalar, a assistência junto dos doentes e das famílias tem de acontecer de modo muito diverso”. “Temos que ter consciência que o sacerdote tem de ter todos os cuidados para não se contagiar, nem ele ser agente de contágio para os outros”, lembrou o prelado, na Missa a que presidiu na capela da sede do Grupo Renascença Comunicação Multimédia, em Lisboa, ao final da manhã desta quarta-feira, 1 de abril.

Referindo que “tem havido algum ruído sobre o trabalho, a presença ou ausência dos capelães hospitalares nesta circunstância que estamos a viver”, D. Américo Aguiar sublinhou que “é obvio que os comportamentos, os ritos e os costumes são alterados em todas as áreas da nossa vida e também nesta”, das capelanias hospitalares.

O Bispo Auxiliar de Lisboa reforçou ser “possível uma assistência e uma presença de modo diferente”, e apelou à “serenidade no coração para que, quer os nossos sacerdotes, quer aqueles que precisem”, se possam encontrar, deixando a garantia de que “todos nós estamos disponíveis”.

Na sua homilia, D. Américo Aguiar reafirmou que “Deus está sempre connosco”, e lembrou o momento de oração do Papa Francisco na passada sexta-feira, na Praça de São Pedro, que, na sua opinião, “nos colocou no coração de Deus”. “Que ninguém se sinta abandonado”, exortou.

 

Foto: YouTube/RR
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