Lisboa |
Luminárias de São José selecionadas para as 7 Maravilhas da Cultura Popular
Pároco do Carvalhal espera que nomeação alargue “conhecimento” e “presença na festa”
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Com cerca de 170 anos de existência, as Luminárias de São José – procissão que se realiza, anualmente, a 19 de março, na aldeia do Carvalhal – foram selecionadas para o concurso das 7 Maravilhas da Cultura Popular, na categoria de Procissões e Romarias, e o pároco mostra-se, ao Jornal VOZ DA VERDADE, muito satisfeito com a indicação. “A primeira reação é a de muita alegria”, frisa o padre Aníbal Pinto. Segundo este sacerdote, que está na Paróquia do Senhor Jesus e São Pedro do Carvalhal desde outubro do ano passado, esta nomeação pode trazer “maior visibilidade” a esta tradição religiosa.

As Luminárias de São José, evento religioso dinamizado pela Junta de Freguesia do Carvalhal, Câmara Municipal do Bombarral, Irmandade do Santíssimo Sacramento e população em geral, passaram a primeira fase de seleção dos eventos candidatos às 7 Maravilhas da Cultura Popular, cujos vencedores serão conhecidos na gala finalíssima que está agendada para o dia 5 de setembro de 2020. “Realizando-se ininterruptamente há cinco décadas, o evento constitui-se como um dos acontecimentos de maior relevância para a comunidade local, que anualmente se envolve com grande dedicação e empenho no embelezamento das suas casas e dos arruamentos da localidade, recorrendo a cascas de caracol”, refere um comunicado do Município Bombarral.

A nota explica ainda como é vivida esta procissão. “Preenchidas com azeite e um pavio, as cascas iluminam todo o percurso, por onde passa a procissão com as imagens de São José e de Nossa Senhora, dando um brilho e um colorido inigualáveis às ruas da aldeia, atraindo a curiosidade de muitos turistas, que na noite de 19 de março se deslocam de vários locais para presenciar o evento”, frisa o texto da autarquia.

O padre Aníbal, de 64 anos, espera agora que esta seleção das Luminárias de São José para as 7 Maravilhas da Cultura Popular possa “alargar o conhecimento e presença nesta festa, que já tem uma tradição de muitos e muitos anos”.

texto por Diogo Paiva Brandão
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