Lisboa |
Carta em Domingo do Bom Pastor
Cardeal-Patriarca pediu aos padres para estarem “atentos ao bem de todos e de cada um”
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O Cardeal-Patriarca de Lisboa escreveu aos padres da diocese, pedindo-lhes que mantenham o cumprimento das “orientações oficiais”. “Sabemos que o fim do estado de emergência não significou o fim da pandemia e do grande perigo de ela alastrar, se não mantivermos o cuidado necessário. O Governo não autorizou celebrações religiosas em geral até ao fim deste mês; e o Santo Padre pediu para todos nós a graça da prudência e da obediência às orientações oficiais, para que a pandemia não regresse. Custa-nos certamente, mas temos de cumprir, a bem da saúde pública. Atentos ao bem de todos e de cada um, com o cuidado que a sua vida nos requer, da saúde do corpo à do espírito, totalmente considerada e respeitada, para ser vida em abundância”, escreveu D. Manuel Clemente, na carta dirigida aos “caríssimos irmãos sacerdotes do clero secular e regular ao serviço do Povo de Deus no Patriarcado de Lisboa”.

Nestas “palavras cheias de proximidade e estima”, como referiu, que foram enviadas na manhã de ontem, 3 de maio e Domingo do Bom Pastor, o Cardeal-Patriarca agradeceu a “dedicação demonstrada ao Povo de Deus”, em especial na transmissão das celebrações através da internet, e manifestou o desejo de que estas continuem após o regresso das Missas comunitárias. “Tem sido grande a vossa ação e criatividade neste sentido. Creio mesmo que, quando pudermos voltar a celebrar com o nosso povo, continuaremos a utilizar esses meios para alargar o que fizermos presencialmente a auditórios mais vastos. Como tenho verificado e ouvido a vários de vós, nunca chegámos a tantas pessoas e a tantos lados como agora. E mesmo a muitos não cristãos ou não praticantes, encetando assim um contacto promissor. Também deste modo se realiza o que nos diz o Evangelho de hoje, porque as ovelhas conhecem, ou começam a conhecer, a voz de Cristo, ressoando em cada um de nós”, apontou.

No final da carta, D. Manuel Clemente assegura aos “irmãos e amigos sacerdotes” que permanece “inteiramente” com eles, tal como os seus “colegas Bispos ao serviço do Patriarcado”. “Contai connosco, como nós contamos convosco, em oração e mútua estima. Nossa Senhora, cuja ternura maternal preenche inteiramente o mês de maio, vos acompanhe de perto e a todo o povo que servis”, termina a missiva do Cardeal-Patriarca, enviada aos padres no Domingo do Bom Pastor.

Pode ler AQUI, na íntegra, a carta.

texto por Diogo Paiva Brandão
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