Roma |
Audiência-geral de quarta-feira
Papa Francisco: “A oração é a primeira força da esperança”
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O Papa prosseguiu a catequese sobre a oração, recordando que “quem reza sabe que a esperança é maior do que o desalento”, e que “os homens e mulheres de oração são como clarões de luz”. “Continuando a catequese sobre a oração, hoje meditaremos como o mistério da criação abre o coração do homem à oração. No Livro do Génesis, vemos como reiteradamente se insiste na bondade e beleza da criação. Diante de uma maravilha tão extraordinária e consciente da sua própria pequenez, o homem se sente admirado e exultante, abrindo-se à presença de Deus na oração. Por outro lado, abrir-se à contemplação das belezas da natureza, no meio das amarguras e sofrimentos da vida, ajuda a reacender a fagulha que leva ao agradecimento e ao louvor pela própria existência e pela vocação de filhos do grande Rei. A oração é a primeira força da esperança. De facto, quem reza sabe que a esperança é maior do que o desalento, que o amor é mais forte do que a morte; por isso, os homens e mulheres de oração são como clarões de luz que lembram que a vida é um dom de Deus e que é muito breve para ser consumada na tristeza”, considerou o Papa Francisco, na audiência-geral desta quarta-feira, 20 de maio.

Na Biblioteca do Palácio Apostólico, como tem sido habitual neste tempo de confinamento devido à pandemia, Francisco reforçou, aos fiéis de língua portuguesa, o pedido de oração diária do terço. “Queridos fiéis de língua portuguesa, de coração saúdo a todos, com votos de que brilhe sempre nos vossos corações a luz de Jesus ressuscitado. Neste «Mês de Maria», procuremos rezar o terço todos os dias, aprendendo de Nossa Senhora a ter um olhar contemplativo diante de todos os acontecimentos da nossa vida”, referiu o Santo Padre.

 

texto por Diogo Paiva Brandão
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