Lisboa |
Obra do padre Carlos Pinto, pároco de Almargem do Bispo
Padre de Lisboa publica livro sobre o Altar
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Ajudar “todos” a contemplar o “grande mistério” que o Altar “convoca”. É este o objetivo do livro ‘O Altar - Que lugar, que presença?’, da autoria do padre Carlos Pinto, sacerdote do Patriarcado de Lisboa, que foi publicado recentemente.

“Estou muito grato ao Secretariado Nacional de Liturgia pela possibilidade da edição e é com alegria que partilho convosco o trabalho que foi objeto de reflexão para a dissertação da tese de Mestrado. Mais que um trabalho académico, espero que ajude a todos a contemplar o grande mistério que o Altar nos convoca, a Páscoa de Jesus”, destaca, ao Jornal VOZ DA VERDADE, o padre Carlos Pinto.

Este sacerdote, que é pároco de Almargem do Bispo, na Vigararia de Sintra, deseja ainda que “oportunamente” seja feita uma apresentação da obra. “No entretanto, aqueles que queiram adquirir a obra basta enviar um email para p.almargemdobispo@gmail.com – o custo é 8 euros + despesas de envio, e pode ser pago por MBWay”, refere.

 

Altar é “o peito rasgado de Cristo”

Nesta obra, publicada agora pelo SNL, o autor refere que “o Altar entende-se partindo da espiritualidade da Eucaristia”. “Ele é lugar onde Cristo é exaltado como na cruz. Lugar que alimenta, revigora, atrai. É por isso a mesa santa, do banquete, da comunhão com Deus, fonte de unidade da Igreja, centro de louvor e de ação de graças, da aliança nova do amor de Deus com os homens, do Amor provado, é experiência de obediência. É lugar profético e divinizante para a assembleia. É o peito rasgado de Cristo”, escreve o padre Carlos Pinto, no livro ‘O Altar - Que lugar, que presença?’.

 

A função e lugar do Altar

Segundo a sinopse, o presente trabalho “procura trazer ao leitor a investigação feita sobre o lugar do Altar no espaço litúrgico e o seu papel na tradição Católica”. “A escolha vem na sequência da constatação de que muitas vezes é difícil reconhecer o verdadeiro sentido deste objeto. Não que a doutrina, teologia ou a liturgia católicas nos deixem as notas sobre o que é, ou como deve ser, ou ainda as questões que giram em torno dele. O que se verifica é que há muitas vezes um descuido constante sobre o mesmo. Quando a comunidade cristã o encomenda, por vezes não é capaz de traduzir em linguagem aquilo que realmente deseja, e os artistas, ou artesãos acabam por fazer o Altar apenas por reminiscências pessoais, em função de uma memória da imagem que dele têm do passado”, aponta o texto de apresentação.

O Secretariado Nacional de Liturgia garante ainda que “o trabalho não almeja ser uma história do Altar, ou uma súmula do que se disse ao longo dos séculos sobre o Altar”. “A nossa preocupação é a de aprofundarmos a reflexão sobre a sua função e lugar, muito provocada pelo contexto do Movimento Litúrgico. Ainda que o estudo esteja circunscrito ao século XX, tornou-se necessário recuar no tempo para percebermos como o mal-estar sobre a liturgia, sobre a forma como a Igreja reza e celebra viviam dois ritmos, o da comunidade e a do clero. Reconhecer o modo como a Igreja reza e celebra torna-se essencial para a compreensão da organização do espaço”, frisa a sinopse.

 

 

Informações: 249533327 ou https://livros.liturgia.pt/exsultet/364-o-altar-que-lugar-que-presenca.html

texto por Diogo Paiva Brandão
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