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Padre Tiago Fonseca assume paróquias da Ericeira e Carvoeira
“Se um padre faz a paróquia, a paróquia também faz o padre”
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O Bispo Auxiliar de Lisboa D. Daniel Henriques desejou que a missão do padre Tiago Fonseca à frente das paróquias da Ericeira e Carvoeira “se desenvolva sempre alimentada pela sua fé”.

Na tomada de posse do novo pároco, o prelado sublinhou a importância do “aconchego de uma comunidade paroquial” na vida dos sacerdotes. “Se um padre faz a paróquia, a paróquia também faz o padre. É nesta entrega mútua, neste caminho que se faz em conjunto, que as comunidades e os sacerdotes crescem para Deus, como Igreja”, destacou o Bispo Auxiliar, na homilia da Missa do Sétimo Dia do cónego Armindo Garcia, antigo pároco destas duas paróquias da Vigararia de Mafra, falecido no passado dia 26 de fevereiro, aos 79 anos, que foi também de tomada de posse do novo pároco. “Estamos ao serviço do Senhor também na entrega a esta noiva, que é a Igreja. Por isso, a sucessão dos párocos é um estímulo de passagem e de serviço, neste cuidado da Igreja”, frisou.

 

A missão do pároco

Na tarde do passado dia 4 de março, na igreja paroquial da Ericeira, D. Daniel Henriques dirigiu-se ao padre Tiago Fonseca, lembrando que “faz todo o sentido que seja hoje, oito dias depois” do falecimento do antigo pároco, que o jovem sacerdote, de 35 anos, tome posse da sua “missão de pároco”. “Faz cinco anos que o padre Tiago entrou nesta paróquia como vigário paroquial e foi assumindo também, devido às limitações do senhor cónego Armindo, muito daquilo que é a missão do pároco. Mas podemos dizer que isto é mais do que uma formalidade, é no fundo este confiar a Igreja, nesta parcela do povo de Deus, nestas duas paróquias, Ericeira e Carvoeira, a alguém que é enviado em nome do Senhor”, observou.

Neste sentido, o Bispo Auxiliar de Lisboa alertou para “o perigo” de os padres “se definirem pelos adjetivos” que lhes colocam e “não pelo que são”. “E o que nós somos? Somos filhos amados de Deus, somos batizados, temos esta missão de ser sal da terra e luz do mundo pelo nosso batismo. E o sacerdote, radicado na vida e no dom batismal, é sinal da presença de Cristo Bom Pastor junto do seu povo. É-o não apenas pelas coisas extraordinárias que faz – e é bom que as faça, também –, mas é acima de tudo pela simplicidade do seu ser, da forma como cuida, da forma como está próximo, como está atento àqueles que lhes são confiados”, garantiu D. Daniel Henriques.

 

texto por Diogo Paiva Brandão; foto por paróquias da Ericeira e Carvoeira
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