Lisboa |
Paróquia da Nazaré
Senhor dos Passos com sete pregações e percursos pelas ruas
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A Paróquia da Nazaré e a Irmandade do Senhor dos Passos da Pederneira estão a organizar uma invocação da Procissão do Senhor dos Passos, com diversos momentos de pregação e o percurso das imagens pelas principais ruas da Nazaré.

A partir deste Domingo, 14 de março, e até ao dia 20, sábado, vão ser realizadas, no Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, sete pregações, com transmissão online, a cargo do Bispo Auxiliar de Lisboa D. Daniel Henriques, dos Servos do Imaculado Coração e dos Arautos do Evangelho, havendo ainda a encenação dos Passos de Cristo, com as respetivas imagens, no Santuário de Nossa Senhora da Nazaré. As pregações decorrem sempre às 21h00, exceto a primeira, neste Domingo IV da Quaresma, que tem lugar às 17h00, com a celebração da Missa e um concerto de homenagem ao Senhor dos Passos. Estes momentos de pregação vão ser transmitidos online, em direto, pelo Facebook da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré e também da Paróquia da Pederneira-Nazaré, assim como na Rádio Cister de Alcobaça.

Esta iniciativa, que conta com a colaboração da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, e ainda do Município da Nazaré, Junta de Freguesia, Bombeiros Voluntários e Polícia de Segurança Pública, entre outras entidades, vai ter também dois percursos com as imagens, em carrinhas. “O primeiro no dia 13, sábado, a partir das 19h00, desde a Igreja da Misericórdia até ao Santuário, seguindo o percurso tradicional da procissão; no dia 26, sexta-feira, a partir das 19h00, do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, até à Igreja da Misericórdia, desta vez num percurso mais alargado no Sítio, Praia e Pederneira, passando pelas principais artérias da Nazaré”, revela um comunicado.

 

Desde 1619

A Procissão do Senhor dos Passos tem “mais de 400 anos de história”, e a sua origem, em 1619, remonta precisamente a um “contexto de crise cerealífera que provocou, nas gentes da Vila de Pederneira, um grande sofrimento, devido à fome e mortandade”. “Até aos dias de hoje, só teve que ser interrompida no contexto das invasões francesas, nos anos de 1808 a 1814, e em 1872, devido à epidemia da febre amarela”, lembra a nota da paróquia. No ano passado, com o primeiro confinamento a iniciar-se precisamente no fim-de-semana em que se iriam realizar, a procissão também não se chegou a realizar. “Em alternativa, fez-se o percurso das imagens do Senhor dos Passos e da Senhora da Soledade em carrinhas, no dia de Sexta-Feira Santa, o que provocou enorme impacto e admiração por parte da população, não havendo nenhuma casa ou janela que não estivesse devidamente ornamentada com velas e colchas”, recorda o comunicado, salientando que “o percurso demorou mais de 4 horas, para poder chegar a todos os recantos da população”.

 

texto por Diogo Paiva Brandão
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